Local onde de quando em vez, qual confessionário, deixarei algumas pegadas dos meus pensamentos Cristãos
26 julho 2006
11 julho 2006
28 junho 2006
Apoio Divino

São em alturas como esta, que nos apercebemos que Deus nos ajuda e nos apoia, mesmo quando pensamos já não ser possível.
Isto porque, estando eu inscrito no ISCRA, este ano lectivo apenas consegui fazer uma disciplina, uma segunda disciplina, por motivos de força maior, até ao fim do mês não me é possível mandar a Prova de Avaliação à Distância. Quando, pela manhã liguei para me informar como me matricular para o próximo ano lectivo e se o livro (da disciplina não feita) era o mesmo, ao terem-me perguntado do porquê, fiquei muito feliz por saber que, ainda que tenha um custo mínimo, posso fazer a mesma em Setembro.
É verdade que nos “papeis” que tenho em casa, algo deve dizer sobre isso mas, como não olho a esses pormenores, considerei um grande apoio de Deus, no intuito de prosseguir este curso já que, se não conseguia até ao fim do mês, teria que o fazer no próximo ano lectivo, no entanto, e assim sendo, no próximo ano poderei matricular-me em outras disciplinas.
Obrigado, meu Deus e Senhor.
26 junho 2006
Lésbicas contornam a lei e inseminam-se em casa
"Esta é a minha mamã Marta. E esta é a minha mamã Cláudia."
O Pedro tem cinco anos e encarrega-se das apresentações. Na história da sua vida não há um pai. O Pedro tem duas mães.
Marta e Cláudia vivem juntas há dez anos, no Porto. Conheceram-se, apaixonaram-se e, passado um ano de namoro, juntaram os trapos na mesma casa. Pouco tempo depois, começaram a pensar em filhos. Marta tem 38 anos e sempre quis ser mãe: "Quando percebi que era lésbica achei que não poderia concretizar o meu maior sonho."
A ideia de que a maternidade está vedada aos homossexuais é explicada pela psicóloga Isabel Leal no seu livro Psicologia da Gravidez e da Parentalidade: "A expectativa da comunidade em geral é a de que os indivíduos homossexuais, homens ou mulheres, uma vez reconhecida e assumida a sua orientação sexual, abdiquem voluntariamente e em nome não se sabe bem de que valores (os mais invocados costumam ser o do direito das crianças) de virem a ser pais e mães." Para Isabel Leal, o que motiva esta assunção é um de dois aspectos: "Ou um preconceito tenebroso e encapotado ou uma ingenuidade confrangedora.
"Marta não sabe se foi preconceito, ingenuidade ou falta de imaginação o que a levou a supor que ser lésbica era sinónimo de não ser mãe: "Acho que me limitei a pensar: se não gosto de homens e eles são inevitáveis para que se faça um bebé, nunca vou poder ser mãe." A lei da procriação medicamente assistida (PMA), aprovada a 25 de Maio, reforça esta ideia, ao determinar que apenas casais heterossexuais podem recorrer à PMA, excluindo deste modo todas as mulheres sós.
Mas a exclusão da lei é contornável, como quase todas. Em Espanha, a lei de 1988 estipula apenas que as mulheres sejam maiores de idade, sem exigir saber estado civil ou afectivo. Foi justamente essa ausência de questões prévias que levou Marta e Cláudia a optar por uma clínica em Espanha. Marta foi inseminada com esperma de um dador anónimo e, como não engravidou à primeira, repetiu o procedimento mais duas vezes, gastando ao todo cerca de 3000 euros. "À terceira foi de vez. A Cláudia não tinha nenhuma vontade de ter um bebé a crescer na barriga. E, por isso, esteve sempre comigo mas fui eu que engravidei." E assim nasceu o Pedro.
A experiência foi tão forte que quiseram repetir. Mas, com a Sara, hoje com dois anos, foi diferente. As mães não foram a Espanha mas optaram por uma "inseminação caseira" (ver infografia): "Temos um grupo de amigos gays que disseram logo que nos ajudavam. Não queriam qualquer responsabilidade na educação da criança mas disponibilizavam-se para serem dadores." Foi assim que Marta e Cláudia recolheram quatro recipientes com esperma de quatro amigos, baralharam-nos e escolheram um, aleatoriamente: "Foi a forma que encontrámos de não sabermos realmente quem era o pai."
Nessa noite, as duas mulheres envolveram-se com paixão redobrada: "Queríamos ter um filho numa noite de amor, como qualquer casal. Ser inseminada pela Cláudia foi muito especial para mim, para nós." E correu tão bem que resultou à primeira. Nove meses depois, nascia a Sara. "Hoje, a relação dos nossos quatro amigos com a Sara é muito gira. Eles adoram-na, têm uma proximidade muito parental com ela."
Se um dia algum dos amigos quiser levantar uma acção de averiguação da paternidade, pode fazê-lo (ver caixa, pág. ao lado). De qualquer modo, Marta e Cláudia não estão preocupadas: "Escolhemos estes amigos porque confiamos neles."
No colégio do Pedro e da Sara, todos sabem que eles não têm um pai e uma mãe. Todos sabem que aqueles meninos têm duas mães. E nunca ninguém levantou qualquer questão. Só os amiguinhos do Pedro é que estranharam quando, no primeiro Dia da Mãe que passaram juntos na escola, o Pedro trouxe não uma mas duas mamãs. E quando, no Dia do Pai, as duas mães voltaram à escola, um dos colegas não se conteve: "Então mas tu tens duas mães e dois pais que são meninas?" Uma confusão que o Pedro, então com três anos, se apressou a resolver: "Não. Eu tenho duas mães. E não tenho pai. O meu pai são as minhas mães."
O assunto parece estar bem resolvido na cabeça do Pedro. Pelo menos para já. Mas o pedopsiquiatra Emílio Salgueiro acredita que "a homoparentalidade pode trazer problemas complexos ao desenvolvimento da criança, nomeadamente no que diz respeito à aquisição de identidade de género." Para o especialista, "uma criança filha de um casal homossexual não será obrigatoriamente homossexual mas a probabilidade aumenta muito".
José Alberto Garrido, pedopsiquiatra do Hospital Pediátrico de Coimbra, não vai tão longe: "Creio que uma situação dessas nunca é tão boa para o desenvolvimento de uma criança como crescer com um pai e uma mãe. Mas isso não significa que a criança venha a ter alguma patologia ou venha a ser homossexual." E acrescenta: "Acho que não podemos ser fundamentalistas. Seria idiota dizer que é pior crescer com duas mães do que numa instituição ou numa família disfuncional. Mas é claro que há um impacto na criança."
Joana (nome fictício) tem 39 anos, vive em Aveiro e tem uma filha com um ano e meio. Ao contrário de Marta, Joana avançou sozinha para a aventura da maternidade. "Estava com muita vontade de ter um filho. E arranjei um dador muito especial." O pai da Mafalda é heterossexual e está casado: "A mulher dele não pode ter filhos. E ele queria ser dador, ajudar mulheres homossexuais a realizar o seu sonho."
E assim foi. Joana inseminou-se em casa e ficou grávida à primeira. Foi durante a gravidez que Joana mudou de ideias: "Achei que era importante que o pai registasse a filha. Perguntei-lhe e ele concordou. Hoje, ele e a mulher vêm visitar a Mafalda." Os amigos de Joana temem que a situação venha a complicar-se e que, um dia, o pai da pequena Mafalda e a mulher queiram ficar com ela. Joana diz que esse é um risco que as lésbicas se dispõem a correr quando recorrem a um dador conhecido. Mas, ainda assim, Joana preferiu o risco ao anonimato: "Acho que não lidava bem com o facto de não saber nada sobre o pai da minha filha. Não saber se era uma pessoa bonita por dentro, tolerante, inteligente.
"Hoje, Joana tem uma companheira que partilha com ela a casa e a vida. E quem diz a casa e a vida, diz também a educação da Mafalda. "A minha companheira adora a minha filha. E a Mafalda, sem ninguém lhe dizer nada, já começou a tratá-la por mamã. Como sente que o carinho e o amor vem das duas, trata as duas por mãe. E é uma menina feliz."
In Diário de Noticias de 25/06/2006
Confesso que, apesar de não ser antiquado, assuntos como este fazem-me confusão. Não me refiro à parte humanitária da questão, mas sim à parte em que um ser não tem um elo familiar de homem/mulher; pai/mãe. Não acho natural!
O Pedro tem cinco anos e encarrega-se das apresentações. Na história da sua vida não há um pai. O Pedro tem duas mães.
Marta e Cláudia vivem juntas há dez anos, no Porto. Conheceram-se, apaixonaram-se e, passado um ano de namoro, juntaram os trapos na mesma casa. Pouco tempo depois, começaram a pensar em filhos. Marta tem 38 anos e sempre quis ser mãe: "Quando percebi que era lésbica achei que não poderia concretizar o meu maior sonho."
A ideia de que a maternidade está vedada aos homossexuais é explicada pela psicóloga Isabel Leal no seu livro Psicologia da Gravidez e da Parentalidade: "A expectativa da comunidade em geral é a de que os indivíduos homossexuais, homens ou mulheres, uma vez reconhecida e assumida a sua orientação sexual, abdiquem voluntariamente e em nome não se sabe bem de que valores (os mais invocados costumam ser o do direito das crianças) de virem a ser pais e mães." Para Isabel Leal, o que motiva esta assunção é um de dois aspectos: "Ou um preconceito tenebroso e encapotado ou uma ingenuidade confrangedora.
"Marta não sabe se foi preconceito, ingenuidade ou falta de imaginação o que a levou a supor que ser lésbica era sinónimo de não ser mãe: "Acho que me limitei a pensar: se não gosto de homens e eles são inevitáveis para que se faça um bebé, nunca vou poder ser mãe." A lei da procriação medicamente assistida (PMA), aprovada a 25 de Maio, reforça esta ideia, ao determinar que apenas casais heterossexuais podem recorrer à PMA, excluindo deste modo todas as mulheres sós.
Mas a exclusão da lei é contornável, como quase todas. Em Espanha, a lei de 1988 estipula apenas que as mulheres sejam maiores de idade, sem exigir saber estado civil ou afectivo. Foi justamente essa ausência de questões prévias que levou Marta e Cláudia a optar por uma clínica em Espanha. Marta foi inseminada com esperma de um dador anónimo e, como não engravidou à primeira, repetiu o procedimento mais duas vezes, gastando ao todo cerca de 3000 euros. "À terceira foi de vez. A Cláudia não tinha nenhuma vontade de ter um bebé a crescer na barriga. E, por isso, esteve sempre comigo mas fui eu que engravidei." E assim nasceu o Pedro.
A experiência foi tão forte que quiseram repetir. Mas, com a Sara, hoje com dois anos, foi diferente. As mães não foram a Espanha mas optaram por uma "inseminação caseira" (ver infografia): "Temos um grupo de amigos gays que disseram logo que nos ajudavam. Não queriam qualquer responsabilidade na educação da criança mas disponibilizavam-se para serem dadores." Foi assim que Marta e Cláudia recolheram quatro recipientes com esperma de quatro amigos, baralharam-nos e escolheram um, aleatoriamente: "Foi a forma que encontrámos de não sabermos realmente quem era o pai."
Nessa noite, as duas mulheres envolveram-se com paixão redobrada: "Queríamos ter um filho numa noite de amor, como qualquer casal. Ser inseminada pela Cláudia foi muito especial para mim, para nós." E correu tão bem que resultou à primeira. Nove meses depois, nascia a Sara. "Hoje, a relação dos nossos quatro amigos com a Sara é muito gira. Eles adoram-na, têm uma proximidade muito parental com ela."
Se um dia algum dos amigos quiser levantar uma acção de averiguação da paternidade, pode fazê-lo (ver caixa, pág. ao lado). De qualquer modo, Marta e Cláudia não estão preocupadas: "Escolhemos estes amigos porque confiamos neles."
No colégio do Pedro e da Sara, todos sabem que eles não têm um pai e uma mãe. Todos sabem que aqueles meninos têm duas mães. E nunca ninguém levantou qualquer questão. Só os amiguinhos do Pedro é que estranharam quando, no primeiro Dia da Mãe que passaram juntos na escola, o Pedro trouxe não uma mas duas mamãs. E quando, no Dia do Pai, as duas mães voltaram à escola, um dos colegas não se conteve: "Então mas tu tens duas mães e dois pais que são meninas?" Uma confusão que o Pedro, então com três anos, se apressou a resolver: "Não. Eu tenho duas mães. E não tenho pai. O meu pai são as minhas mães."
O assunto parece estar bem resolvido na cabeça do Pedro. Pelo menos para já. Mas o pedopsiquiatra Emílio Salgueiro acredita que "a homoparentalidade pode trazer problemas complexos ao desenvolvimento da criança, nomeadamente no que diz respeito à aquisição de identidade de género." Para o especialista, "uma criança filha de um casal homossexual não será obrigatoriamente homossexual mas a probabilidade aumenta muito".
José Alberto Garrido, pedopsiquiatra do Hospital Pediátrico de Coimbra, não vai tão longe: "Creio que uma situação dessas nunca é tão boa para o desenvolvimento de uma criança como crescer com um pai e uma mãe. Mas isso não significa que a criança venha a ter alguma patologia ou venha a ser homossexual." E acrescenta: "Acho que não podemos ser fundamentalistas. Seria idiota dizer que é pior crescer com duas mães do que numa instituição ou numa família disfuncional. Mas é claro que há um impacto na criança."
Joana (nome fictício) tem 39 anos, vive em Aveiro e tem uma filha com um ano e meio. Ao contrário de Marta, Joana avançou sozinha para a aventura da maternidade. "Estava com muita vontade de ter um filho. E arranjei um dador muito especial." O pai da Mafalda é heterossexual e está casado: "A mulher dele não pode ter filhos. E ele queria ser dador, ajudar mulheres homossexuais a realizar o seu sonho."
E assim foi. Joana inseminou-se em casa e ficou grávida à primeira. Foi durante a gravidez que Joana mudou de ideias: "Achei que era importante que o pai registasse a filha. Perguntei-lhe e ele concordou. Hoje, ele e a mulher vêm visitar a Mafalda." Os amigos de Joana temem que a situação venha a complicar-se e que, um dia, o pai da pequena Mafalda e a mulher queiram ficar com ela. Joana diz que esse é um risco que as lésbicas se dispõem a correr quando recorrem a um dador conhecido. Mas, ainda assim, Joana preferiu o risco ao anonimato: "Acho que não lidava bem com o facto de não saber nada sobre o pai da minha filha. Não saber se era uma pessoa bonita por dentro, tolerante, inteligente.
"Hoje, Joana tem uma companheira que partilha com ela a casa e a vida. E quem diz a casa e a vida, diz também a educação da Mafalda. "A minha companheira adora a minha filha. E a Mafalda, sem ninguém lhe dizer nada, já começou a tratá-la por mamã. Como sente que o carinho e o amor vem das duas, trata as duas por mãe. E é uma menina feliz."
In Diário de Noticias de 25/06/2006
Confesso que, apesar de não ser antiquado, assuntos como este fazem-me confusão. Não me refiro à parte humanitária da questão, mas sim à parte em que um ser não tem um elo familiar de homem/mulher; pai/mãe. Não acho natural!
19 junho 2006
Desabafo
Por vezes a vida é assim mesmo. Passamos uma vida quase ingrata, onde a dor, o desgosto e o desalento são uma constante.Sempre fui “um há margem” por assim dizer, nem sei como cheguei aqui sem ser um vândalo, um drogado ou similar.
Sem pai ou mãe, sempre fui andando esta vida da melhor maneira, entre a casa de uma e outra pessoa.
Hoje olho para trás e vejo que, tive alguma sorte mas, a vida continua a ser quase uma madrasta, sem conteúdo onde, os desgostos e tristezas são uma quase constante.
Por vezes apetece-me desaparecer, partir para local desconhecido onde eu seja apenas alguém desterrado, um pobre que “ali” caiu sem eira nem beira e…esperar pelo fim desta vida que, de Vida tem pouco ou nada.
Não sei…
06 junho 2006
Espirito Santo
04 junho 2006
Momentos
02 junho 2006
30 maio 2006
Momento
25 maio 2006
Duvidas de quem também peca

Recebemos dezenas de emails com piadas, imagens sugestivas, meninas ou meninos em trajes reduzidos, paisagens paradisíacas, entre outras “banalidades” e, logo de seguida reenviamos para a nossa lista de contactos, muitas vezes sem vermos ao pormenor.
Recebemos alguns emails sobre Deus, Cristo, a Igreja, entre outros de cariz religioso e esses…duvidamos de alguns, eliminamos quase sempre e reenviamos alguns…mesmos esses APENAS para alguns contactos da lista.
Ao que a fé da pessoas chegou!
Porque é que a maior parte desse emails de FÉ, ESPERANÇA e AMOR não são reenviados PARA TODOS DA LISTA DE CONTACTOS?
Porque é que a maioria das pessoas que se diz ser praticantes, vão à missa mas, no fundo é apenas passar tempo e ficar bem?
Porquê meus Deus?
Porque é que chegamos a este ponto onde, as maiores audiências são as desgraçadas dos vizinhos e as coisas boas não são noticiadas?
PORQUE É QUE TENHO NO MEU CONTADOR QUASE 800 VISITAS E NO ENTANTO COMENTÁRIOS CERCA DE 40, sendo certo que metade são respostas minhas a quem deixa um comentário?
PORQUE É QUE EXISTEM BLOGS ONDE O CONTEUDO DEIXA A DESEJAR E, NO ENTANTO, TEM CENTENAS DE COMENTÁRIOS?
Duvidas deixadas aqui, no ar deste confessionário…
24 maio 2006
À procura da palavra
Recebido por email e como achei interessante aqui o transcrevo:À PROCURA DA PALAVRA
Padre Vitor Gonçalves
DOMINGO VI DA PÁSCOA Ano B
"Deus não faz acepção de pessoas."
Act 10, 34
No mundo
Andamos há dois mil anos a escrever os "Actos dos Apóstolos". Porque Jesus não deixou estatutos nem regulamentos, não programou estratégias nem resultados, antes confiou na surpresa do Espírito a trabalhar no coração dos irmãos. Não foi fácil sair da estreiteza legalista para a universalidade da graça (e ainda hoje é difícil entender a ousadia do Espírito Santo!) mas as páginas luminosas ou escuras destes "Actos" têm o sabor de um caminho feito de mãos dadas com Jesus. Ainda que, às vezes, nos percamos, sabemos que não nos faltarão sinais para reencontrar o caminho.
Nas estradas de Espanha e França existe um sinal de orientação que é a alegria dos automobilistas. Tem escrito: " Todas as direcções"! Quando quase se desespera por não saber para onde ir, aparece aquela placa salvadora que renova a esperança de, mais à frente, encontrar de novo o rumo. Os momentos em que nos sentimos perdidos nem sempre são sinal de desgraça; podem servir para rever os itinerários e fortalecer as decisões, para nos abrirmos a outras possibilidades e ler melhor os sinais ou para nos surpreendermos com os passos que Deus imprime neste mundo. Jesus indica sempre caminhos novos a quem estava perdido e devolve a dignidade e a esperança a quem era excluído.
O barro deste mundo é o lugar onde vamos escrevendo os passos dos apóstolos que somos nós. Não se trata de um livro ideal onde não haveria lugar para as misérias que também compõem a nossa vida e a vida da Igreja. Não é um livro de contabilidade com colunas de deve e haver, nem uma crónica panegírica a exaltar feitos e conquistas. É mais um diário escrito com sangue e com amor, onde os gestos dos pequeninos valem tanto com as obras vistosas dos ilustres, e aquilo que merece ser recordado é a grandeza humilde de Deus que tanto amou este mundo que lhe deu o seu Filho! Por isso, é no mundo que se abrem sempre os incontáveis caminhos para chegar ao coração do homem, é no mundo que o Espírito promove humanidade e crescimento, é no mundo que Deus continua a passar e a chamar. Não escutar quem vive no mundo é fecharmo-nos aos clamores e anseios que Deus sempre ouve. É tornarmo-nos terra endurecida quando nos é pedido continuar a ser barro.
Escrever os "Actos" é contar os passos de Deus no mundo e em nós. Como tão bem exprimiu Sebastião da Gama: " O Senhor Deus passou.../ Passou e não parou / Mas porque eu sou de barro / e o barro é mole / levemente deixou impressa / no meu corpo de barro ! a sua subtilíssima pegada.!"
22 maio 2006
17 maio 2006
na Tua casa
11 maio 2006
Oração
28 abril 2006
Para pensar e rezar esta semana

"Um corpo ressuscitado
Esta é a festa para celebrarmos o nosso corpo, este organismo feito de formas maravilhosas em que vivemos há anos e que funciona como o centro de operações do nosso pensamento e da nossa memória. Vamos formando o nosso corpo, especialmente a cara, à medida que o tempo passa. Como se costuma dizer, a cara que temos aos quarenta é aquela que merecemos. Por outro lado, sentimos a fragilidade do nosso corpo em cada arranhão, em cada soluço, em cada dor de costas e em cada noite mal dormida.
Não foi um fantasma que os apóstolos e as mulheres santas viram na primeira aparição de Jesus. Viram-nO de carne e osso, mas num estado diferente, tal como o carvalho é diferente da bolota que lhe deu origem. Tocamos no mistério de um corpo, não só no de Jesus mas também no nosso, que nos mostrará no nosso melhor e que não inibirá o nosso espírito com preocupações e ideias de revolta mas que se apresentará com tranquilidade e alegria. Este mistério ultrapassa a nossa imaginação mas é o centro da nossa fé. À medida que envelhecemos, não há nada na nossa fé que faça mais sentido do que a Paixão e a Ressurreição, a certeza de que o nosso corpo, tal como o de Jesus, tem que sofrer e morrer, e a certeza de que temos, com o nosso corpo, uma vida depois da morte."
Palavras tiradas de um Lugar Sagrado
20 abril 2006
Confissão
Confessemos os nossos pecados. (Palavras do sacerdote)
(e são tantos que temos)
Confesso a Deus todo-poderoso
(sim a Deus, em quem creio sem hesitações apesar de, por vezes, duvidar)
e a vós, irmãos,
(se todos pensássemos assim, dar-nos-ia-mos melhor)
que pequei muitas vezes
(infelizmente como humanos que somos, uns mais outros menos)
por pensamentos
(a maioria das vezes é no silêncio dos pensamentos que mais pecamos)
palavras,
(e são tantos que temos)
Confesso a Deus todo-poderoso
(sim a Deus, em quem creio sem hesitações apesar de, por vezes, duvidar)
e a vós, irmãos,
(se todos pensássemos assim, dar-nos-ia-mos melhor)
que pequei muitas vezes
(infelizmente como humanos que somos, uns mais outros menos)
por pensamentos
(a maioria das vezes é no silêncio dos pensamentos que mais pecamos)
palavras,
(depois de serem ditas, já não pudemos voltar atrás)
actos
actos
(tantos…)
e omissões,
e omissões,
(talvez sejam como os pensamentos, porque omitir é também nada dizer)
por minha culpa,
por minha culpa,
(se tal não fosse sentir-nos-ia-mos mais leves)
minha tão grande culpa.
minha tão grande culpa.
(Porque continuamos a cair nos mesmos erros dia após dia)
E peço à Virgem Maria,
E peço à Virgem Maria,
(mãe de Jesus e de todos nós)
aos Anjos e Santos,
aos Anjos e Santos,
(seres que já foram como nós e agora estão junto a Deus, intercedendo por nós)
e a vós, irmãos,
e a vós, irmãos,
(novamente devemos reflectir sobre essa palavra “irmãos”, que muito tem para nos dizer)
que rogueis por mim
que rogueis por mim
(se cada um rogar por outro, estaremos todos a rogar por todos)
a Deus, nosso Senhor.
a Deus, nosso Senhor.
(Deus, a Luz da nossa existência, quem guia os nossos passos, nesta caminhada em busca da santidade)
Segue-se a absolvição do sacerdote:
Segue-se a absolvição do sacerdote:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
(Deus É compaixão e se soubermos Escutá-lo, no ar que respiramos, nas águas onde nos banhamos, na paz que se sente dentro da cada D`Ele, a verdade é que seremos perdoados e seremos conduzidos à origem das nossas almas)
Amen.
Amen.
(assim seja)
OBS: Transcrição de um PPS. (caso alguém queira nessa versão, mandem um email.)
19 abril 2006
Quando...
18 abril 2006
Palavras para este dia
Naquele tempo, Maria Madalena estava a chorar junto ao túmulo. Entretanto, inclinou-se para dentro do túmulo e viu dois anjos vestidos de branco. Estavam sentados no sítio onde tinha sido colocado o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. Eles perguntaram-lhe: "Mulher, por que estás a chorar?" E ela disse-lhes: "Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram." Logo a seguir, voltou-se para trás e viu Jesus, de pé, mas não sabia que era ele. Perguntou-lhe Jesus: "Mulher, por que estás a chorar? Quem é que procuras?" Ela pensava que era o homem encarregado da propriedade e disse-lhe: "Se foste tu que o tiraste, diz-me onde o puseste que eu vou lá buscá-lo." Jesus chamou-a: "Maria!" Ela então exclamou: "Mestre!" E Jesus disse-lhe: "Deixa-me, porque ainda não voltei para o meu Pai. Vai ter com os meus irmãos e dá-lhes este recado: eu volto para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus." Maria Madalena foi dar a notícia aos discípulos e dizia: "Eu vi o Senhor!"
Como gostaria de ter vivido naquele tempo, conturbado por certo, mas puro das impurezas a que hoje somos obrigados a assimilar. Ter estado perto Dele e ouvir da sua boca estas e outras palavras de Verdade Eterna.
14 abril 2006
Confissão ou talvez um desabafo...

Nesta viragem de século, milénio até, vivemos uma época conturbada em termos morais.
Vivemos ou melhor, sobrevivemos, em quase total ausência de valores morais onde, o injusto é absolvido e o justo condenado.
Vivemos numa época onde o material suplanta o espiritual, numa época onde o que interessa é o nosso bem-estar, em detrimento dos outros que nos rodeiam.
É de lamentar que nós, cristãos que somos e sentimos esse apego à fé e esperança divina, por vezes, deixarmos que falem mal, interpretem mal a palavra de Deus, as palavras do sue filho Jesus Cristo.
Como cristão praticante que sou, por vezes peco. De várias maneiras infelizmente, por vezes, por omissão. Por omissão, porque quando ouço barbaridades sobre a Igreja Católica, sobre a Bíblia e demais valores cristãos, na maioria das vezes calo-me, quando devia era abrir a alma e dizer o que sinto, o quanto me pisa ouvir aquelas palavras, no entanto, qual cobarde, qual criminoso sem o ser fico ali, estático a pactuar com o que é dito.
Apesar de sermos uma maioria (cristãos), agimos como se fossemos o oposto, isto é, uma minoria. A real minoria, essa, maioritariamente sem escrúpulos, se nada fizermos, aos poucos calará definitivamente a nossa voz.
E Tu perguntarás porque toda esta minha tese naif…
Respondo-Te:
- Não sei! Fui dizendo aquilo que me ia na alma. Tudo isto, talvez por causa das “provas científicas” que, de dia para dia são apresentadas no intuito de “difamar” as Tuas palavras de Vida Eterna….
- Talvez tudo isto porque, por vezes não sou aquilo que Tu querias que eu fosse…
Vivemos ou melhor, sobrevivemos, em quase total ausência de valores morais onde, o injusto é absolvido e o justo condenado.
Vivemos numa época onde o material suplanta o espiritual, numa época onde o que interessa é o nosso bem-estar, em detrimento dos outros que nos rodeiam.
É de lamentar que nós, cristãos que somos e sentimos esse apego à fé e esperança divina, por vezes, deixarmos que falem mal, interpretem mal a palavra de Deus, as palavras do sue filho Jesus Cristo.
Como cristão praticante que sou, por vezes peco. De várias maneiras infelizmente, por vezes, por omissão. Por omissão, porque quando ouço barbaridades sobre a Igreja Católica, sobre a Bíblia e demais valores cristãos, na maioria das vezes calo-me, quando devia era abrir a alma e dizer o que sinto, o quanto me pisa ouvir aquelas palavras, no entanto, qual cobarde, qual criminoso sem o ser fico ali, estático a pactuar com o que é dito.
Apesar de sermos uma maioria (cristãos), agimos como se fossemos o oposto, isto é, uma minoria. A real minoria, essa, maioritariamente sem escrúpulos, se nada fizermos, aos poucos calará definitivamente a nossa voz.
E Tu perguntarás porque toda esta minha tese naif…
Respondo-Te:
- Não sei! Fui dizendo aquilo que me ia na alma. Tudo isto, talvez por causa das “provas científicas” que, de dia para dia são apresentadas no intuito de “difamar” as Tuas palavras de Vida Eterna….
- Talvez tudo isto porque, por vezes não sou aquilo que Tu querias que eu fosse…
- Talvez porque hoje sinto falta...
do teu colo, do teu apoio ou das tuas palavras de conforto, fé e esperança.
13 abril 2006
A propósito...

A propósito de um comentário no meu anterior artigo, encontrei uma observação que se enquadra no meu pensamento sobre o assunto.
Encontrei no blog Ele está no meio de nós e aqui transcrevo essa passagem simples mas profunda:
"(...)Então, diz o tal Evangelho de Judas, que Judas não traiu Jesus, apenas obedeceu a uma ordem d'Ele para que O fosse entregar.
Diz também que Judas era o discípulo preferido de Jesus e por isso foi o escolhido para esta missão.E então?
Era isto que iria abalar os alicerces da religião?
Os alicerces da minha fé não abalou. Nunca vi Judas como o mau da fita, mas sim um meio de Deus para fazer cumprir a Sua vontade.Judas afinal não era um traidor, era um bom homem, fiel a Jesus? Se sim, ainda bem!
Qual é o problema?..."
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