“Uma imagem que me aconchega ao deitar e me dá os bons dias pela manhã”
que é como quem diz
“Com Deus me deito com Deus me levanto, na graça de Deus senhor Espírito Santo”
Um santo fim de semana.
Local onde de quando em vez, qual confessionário, deixarei algumas pegadas dos meus pensamentos Cristãos
“Uma imagem que me aconchega ao deitar e me dá os bons dias pela manhã”
que é como quem diz
“Com Deus me deito com Deus me levanto, na graça de Deus senhor Espírito Santo”
Um santo fim de semana.


Tantas familias que queriam ter uma razão da sua existência, tendo um filho e no entanto, por razões diversas não conseguem ter sem serem clinicamente assistidas e outras, desculpem as palavras, até por telepatia conseguem engravidar.

Deixemo-nos de referendos sem texto ou contexto onde se irá gastar mais alguns milhares de euros dos contribuintes (nós) e demos uma oportunidade há vida.

A propósito do assunto visitem o blog "Razões do não".








Este artigo vem a respeito da novela que actualmente está a passar na TVI em horário nobre, mas que de momento não me recordo do nome, mas também isso não é o mais importante.



Por mero acaso, num site católico americano, encontrei esta foto de arte feita. Uma ideia interessante...uma mesa, bancos, Cristo e "nós" como apostolos ali sentados a ouvir o mestre. 
Por vezes a vida é assim mesmo. Passamos uma vida quase ingrata, onde a dor, o desgosto e o desalento são uma constante.
Recebido por email e como achei interessante aqui o transcrevo:



"Vinde ó Espírito Criador, visitai os corações dos teus seguidores, preenchei-os com a Graça do Alto: estes corações que vós criastes. Sois o Espírito Consolador, a Dádiva de Deus Todo Poderoso, a Fonte da Água Viva, o Fogo Divino, a Caridade, a Unção Invisível das Almas. Vinde, então, com vossos Sete Dons Preciosos, Vós que sois o Dedo de Deus. Vós que sois o conteúdo da Promessa do Pai, Vós que colocais o Verbo do Pai em nossos lábios. Iluminai nossos Espíritos com vossa Luz, abraçai os nossos corações com vosso Amor e santificai, em todos os tempos, nossa frágil carne!" 
Recordo-me do meu primeiro sopro de vida, não da parte meramente mecânica onde o espermatozóide fecundou o óvulo mas sim, quando a minha essência desceu do alto e pela graça Divina incorporou este corpo mortal onde habito, até que Ele me chame a si para prestar contas da minha passagem por aqui.
Por vezes a inocência magoa, fere, dói.