Local onde de quando em vez, qual confessionário, deixarei algumas pegadas dos meus pensamentos Cristãos
07 agosto 2007
Pensamento para um dia assim...
23 julho 2007
Agradecimento
Na verdade, aparentemente não foi outra coisa qualquer mas, também não foi um enfarto, assim agradeci-lhe e no dia seguinte lá fui à igreja da Agualva, a única aqui na ilha que a tem como santa padroeira, juntamente com a minha mulher e filho.
De joelhos com o terço na mão, rezei-lhe um terço em sinal de agradecimento, ao mesmo tempo que lhe olhava no rosto e parecia que me estava a escutar, aliás, penso que me escutou porque quando estava nas contas finais, o meu filho deu-me um beijo na cara, assim sem mais nem menos, e senti-o como se fosse Ela a agradecer-me.
19 julho 2007
7ete Maravilhas
A pedido da Maria João, mais como desafio obviamente, aqui ficam as minhas 7ete maravilhas:
Deus
Penso que para além do que poderia dizer, já está tudo dito.
A vida
Apesar de todas as intempéries desta vida terrena, é tão bom estar vivo e poder louvar a Deus por isso.
O meu filho
Para além de amar muito a minha mulher, penso que qualquer pai optaria, em situações de vida ou de morte, salvar o filho em primeiro lugar.
A minha mulher
Logo a seguir ao meu filho...
Avó
A minha, que faleceu há alguns anos, foi para mim, para além de um exemplo de vida a minha mãe.
Pai
O meu, obviamente, que não cheguei a conhecer como devia ser.
O mar
Fonte da vida, local de descanso e contemplação.
E passo este desafio às seguintes pessoas:
Malu
Elsa Sekeira
Rosa
16 julho 2007
O Mundo precisa (poema de intervenção)
O Mundo precisaDe otorrinos da Alma
Para quem não ouve Jesus
O Mundo também precisa
De oftalmologistas do espírito
Para aqueles que não Te querem ver
O Mundo precisa ainda
De rezar muito
Rezar que nem porcos
O Mundo precisa mais ainda
De casais com Amor
E não apenas pelo Sexo
O Mundo precisa urgentemente
De um tsunami ou de um terramoto
Que inunda e mexa com o Homem
Para que este
Olhe para o Alto e não para o seu umbigo
Paulo
13 de Julho de 2007
12 julho 2007
A propósito de um Padre
Como não poderia ser tivemos a parte espiritual, onde o nosso guia espiritual e já Sacerdote, o “nosso Dinis” falou sobre a Sagrada Eucaristia de uma forma simples e ao mesmo tempo com “paixão” por aquilo que nos estava a transmitir, qual Jesus no meio do povo.
Confesso que, mês após mês, vou (e penso que os restantes irmãos também) gostando cada vez mais deste “novo” Padre, melhor dizendo, desta nova maneira de agir como padre, já que, no meu entender, o “nosso Dinis” para além de ser um padre exemplar, é uma pessoa que sabe falar sobre a Igreja de uma maneira tão peculiar que, todos os que o ouvem (mais letrados ou menos letrados) percebem o que por ele é dito. É uma pessoa que chega a todos e para além de se ver, sente-se que Vive a palavra de Cristo de uma maneira quase fervorosa, de uma paixão que não se vê muito nos dias que correm.
Confesso que, reunião após reunião, saiu delas cheio de tanto amor em Cristo como se, Ele, naquelas reuniões estivesse presente e personificado no Dinis alias, pensando bem, Ele está sempre presente mas, nestas reuniões e depois das palavras que brotam da sua boca, sinto-O de uma maneira diferente, especial…quase como se estivesse presente a Ele e não a um Sacerdote “qualquer”.
Ao irmão Dinis Silveira e agora Sacerdote, desejo tudo de bom na sua vida e que Cristo continue a agir nele como até agora tem agido porque, a sociedade em que vivemos precisa de pastores assim…
10 julho 2007
Familia
Cristo existe, sei que sim, sinto-o, mas se uma grande parte dos Homens não o quer ouvir ou senti-lo para assim, agir de um modo Cristão, que "culpa" tem Ele nisso?
Para terminar, penso que o Mundo está cada vez mais a precisar de Otorrinos da alma, e são cada vez mais tão poucos.
PS: Não era bem assim que queria que saisse o artigo mas...a ideia era falar na familia e na interligação entre os seus elementos, de uma maneira cristã, que cada vez se vive menos e, na ligação com a eucaristia, onde cada vez mais, as familias, vão menos.
06 julho 2007
Pagamento de "divida"

Há pouco dei-me conta, e quase que ri sozinho do pensamento que me veio à ideia:
“- Porque será que para Lhe agradecermos alguma coisa que Ele fez por nós, só sentimos que realmente “pagámos a divida” indo agradecer num local de culto? Se em casa, no carro ou no trabalho rezarmos um pouco e na conversa silenciosa a dois Lhe agradecermos não será a mesma coisa?”
E para fim-de-semana ficou-me este pensamento.
05 julho 2007
Palavras lançadas ao vento

Hoje, alguns meses passados desde essa conversa, constato que tinha mais razão do que a que eu imaginava. Na verdade, apesar da Fé continuar forte e segura, dou-me conta, por vezes, de olhar para mim e sentir que essa fé é parecida a uma flor, precisa de ser regada para não murchar já que, não é apenas o sol (arrepios) que alimentam a flor que em mim vai crescendo.

18 junho 2007
Carta à pecadora da casa de Simão, texto do Padre Vítor Gonçalves

"São-lhe perdoados os seus muitos pecados,
porque muito amou."
Lc 7, 47
Carta à pecadora da casa de Simão
M.
Gostava de saber o teu nome mas S. Lucas só nos disse que foi em casa de Simão que lavaste com lágrimas os pés de Jesus, os enxugaste com os cabelos, beijaste-os e ungiste com perfume. Chamo-te M. porque podias chamar-te Madalena ou Maria, mas és certamente Mulher. Perdoa-me a ousadia em escrever-te mas, sem conhecer o teu rosto, és das mulheres mais belas do Evangelho. Os teus gestos, a humilde grandeza do teu amor, a coragem de enfrentar uma rejeição pública, e as palavras, o amor com que Jesus te reveste, fazem-me uma pontinha de inveja. Como eu gostaria de amar como tu!
Porque te conheciam como pecadora? Como à mulher que queriam apedrejar por adultério, também contigo os homens estavam isentos de pecado? Sempre gostámos muito de empolar os pecados de ordem sexual e "quase absolver" as injustiças, a exploração, os abusos de poder. Sabes, hoje ainda é muito assim: um escândalo sexual destrói a vida de alguém, a corrupção, o enriquecimento escandaloso, o poder para uso egoísta esquecem-se rapidamente e nem têm estatuto de "pecado". E a mulher continua a ser, muitas vezes, o "elo mais fraco". Achamos que pecamos pouco, mas o problema é que amamos menos ainda!
É verdade que também temos muita dificuldade em lidar com o amor. Habituámo-nos a viver "mais ou menos", e assim temos "amores mais ou menos". É desses que se alimentam as chamadas "revistas de sociedade" onde parecer (e aparecer) é mais importante que ser, em que os beijos e as lágrimas fazem parte do espectáculo. Às vezes alguns ritos religiosos também entram nessa onda. Ficamos então duros para perdoar quem errou no amor, ou refez um amor verdadeiro depois do sofrimento por um que não deu certo. Quantas lágrimas tem Jesus recebido aos seus pés, e quanto amor e perdão tem Ele dado como a ti, esquecendo-nos nós, os que vivemos na sua casa, de levar o seu perdão a quem muito ama? Como é fácil esquecer que somos Igreja "santa e pecadora", e que só o amor (que dá substância à fé) salva verdadeiramente!
Como apareceste em casa do fariseu Simão? Onde tinhas experimentado o amor de Jesus, capaz de desencadear um dos gestos mais corajosos de todo o Evangelho? Diz-nos S. Lucas que algumas mulheres acompanhavam os Doze: eras uma delas? Ficam-me muitas perguntas, mas volto a dizer-te: como desejo ter um amor a Jesus como o teu. Um amor mais forte que o pecado e que todas as derrotas, um amor que traz vida e afugenta a morte, um amor que constrói e não cola rótulos. É o amor que Jesus pede aos discípulos para viverem e darem. Perdoa-me M., e todos e todas, a quem o não tenho dado.
Um abraço deste teu irmão, Vitor, e um grande beijo, também com lágrimas, a Jesus.
13 junho 2007
Suplica
E vieste ao meu encontro
Tu e o teu Filho
Estiveram mais perto de mim
Mais uma vez te pedi
Uma graça ou um milagre
E Tu
Em segredo acolheste o meu pedido
Olhaste para as minhas mãos
Que em sinal de oração
Cruzavam uma na outra
Apertadas em suplica
Para Ti rezei, orei e supliquei
Numa quase confissão
Das faltas por mim cometidas
Contra o teu Filho
Olhei-Te nos olhos
E nas palavras sentidas
Dentro do meu ser
Esperança no meu pedido
Hoje desceste do Alto
E vieste ao meu encontro
E estavas linda
Com aquele sorriso de Mãe
E eu
Beijei os teus pés
11 junho 2007
Oração à Nossa Senhora de Guadalupe
Que nada nos aflija nem perturbe nosso coração.
08 junho 2007
Jesus Cristo

Em poucas temos a imagem de Jesus Cristo Ressuscitado, relembrando-nos que um dia, também nós ressuscitaremos e que, o que desce à terra é a carne e não a alma…

Qualquer uma das imagens acima descritas é alvo de profunda contemplação e oração e qualquer uma delas é de uma beleza extrema denotando a fé de quem as fez.
Hoje por mera coincidência, numa busca que estava a fazer, encontrei esta imagem de Cristo “estilizada” onde se concebe uma simbiose entre o Cristo Crucificado e o Cristo Ressuscitado, bonita por sinal.

Numa sociedade onde cada vez mais se vive nos extremos, nada melhor que esta imagem para nos fazer pensar um pouco mais...no meio termo de tudo.
06 junho 2007
Quinta Feira do Corpo de Cristo

Irmãos: Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e, dando graças, partiu-o e disse: «Isto é o meu Corpo, entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim». Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova aliança no meu Sangue. Todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de Mim». Na verdade, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha».
30 maio 2007
Senhor Santo Cristo
No Convento da Caloura, em Água de Pau, começa a história do culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em S. Miguel. Reza a tradição que foi neste lugar que se erigiu o primeiro Convento de Religiosas nesta Ilha, convento cuja fundação se deveu, principalmente, à piedade das filhas de Jorge da Mota, de Vila Franca do Campo.
Mas para que tal comunidade fosse estabelecida como devia, foi necessário que alguém fosse a Roma impetrar a respectiva Bula Apostólica. Largaram, por isso, de S. Miguel a caminho da Cidade Eterna, duas religiosas. Aí solicitaram ao Papa o desejado documento. Tão bem se desempenharam dessa missão que o Sumo Pontífice não só lhes passou a ambicionada Bula como ainda lhes ofereceu uma Imagem do Ecce Homo. De regresso a Vale de Cabaços, a singular imagem foi posta num nicho onde se conservou por poucos anos.
Porque o lugar era ermo e muito exposto às incursões dos piratas, o pequeno Mosteiro ficou, certo dia, deserto, pois parte das religiosas seguiu para Santo André, de Vila Franca do Campo, e a outra parte se encaminhou para Ponta Delgada, para o Mosteiro da Esperança, acabado de fundar pela viúva do Capitão Donatário, Rui Gonçalves da Câmara.
Mas a Imagem do Senhor Santo Cristo não ficou esquecida em Vale de Cabaços, porque a religiosa galega Madre Inês de Santa Iria a quis trazer para Ponta Delgada.
No ano de 1700, a Ilha de S. Miguel foi abalada por fortes e repetidos tremores de terra. Duravam estes já vários dias quando a Mesa da Misericórdia e grande parte da nobreza da cidade, vendo que os terramotos não cessavam, resolveram ir à portaria do Mosteiro da Esperança para levarem em procissão a Imagem do Santo Cristo.
Ao princípio da tarde desse dia 13 de Abril de 1700, juntaram-se as confrarias e comunidades religiosas. Concorreu igualmente toda a nobreza e inumerável multidão que, com viva fé, confiava se aplacaria a indignação divina com vista da santa Imagem.
Caminhava já a procissão em que todos iam descalços; e logo que a veneranda Imagem se deixou ver na portaria, foi tão grande a comoção em todos que a traduziram em lágrimas e suspiros, testemunhos irrefragáveis da contrição dos corações.
Levaram o andor do Santo Cristo as pessoas mais qualificadas em nobreza. Andando a procissão, ia a veneranda Imagem entrando em todas as igrejas onde, em bem concertados coros, Lhe cantavam os salmos "Miserere mei Deus".
Saindo da Igreja dos Jesuítas, e caminhando para a das Religiosas de Santo André, não obstante toda a boa segurança e a cautela com que levavam a santa Imagem, com assombro e admiração de todos, caiu esta fora do andor e deu em terra. Foi esta queda misteriosa, porque não caiu a Imagem por algum dos lados do andor, como era natural, senão pela parte superior do docel.
O povo ficou aflito com sucesso tão estranho. Uns feriam os peitos com as pedras; outros, pondo a boca em terra, que julgavam santificada com o contacto da santa Imagem, pediam a Deus misericórdia; estes, tomando os instrumentos de penitência, davam sobre si rijos e desapiedados golpes, regando a terra com o sangue das veias; aqueles publicavam em alta voz as suas culpas, como causas da indignação do Senhor; e todos, com clamores e enternecidos suspiros, pediam a Deus que suspendesse as demonstrações da sua justa vingança.
Verificaram, então, que a santa Imagem não experimentara com a queda dano considerável, pois somente se observou no braço direito uma contusão. A Imagem foi lavada e limpa no Convento de Santo André e, colocada outra vez no andor com a maior segurança, continuou a procissão, na qual as lágrimas e soluços do povo aflito embargavam as preces, até que, bem de noite, se recolheu no Mosteiro da Esperança.
E a cólera divina se aplacou.
21 maio 2007
16 maio 2007
Conversa de mini-bus

- Olha, vim deixar o meu neto ao ciclo e à hora de almoço vou buscá-lo. Depois venho deixá-lo e perto das 4 horas vou buscá-lo novamente. Sabes como são as coisas, os pais a trabalharem na Praia sobra para mim mas…deixá-lo, é uma companhia e uma maneira de me preocupar com o pequeno, e tu que casaste novamente, és feliz? – Diz uma.
Não que costume ouvir conversas e comentá-las mas esta deu-me vontade de aqui expor porque, começou de uma maneira que já há muito não ouvia, mas sei que por aqui ainda existem avós que vivem para os netos e filhos. Os meus sogros por exemplo, além de viverem para si, também vivem um pouco em prol da família e parecendo que não, ajudam muito nesses pequenos nadas que nos vão fazendo aqui e ali.
Parecendo que não, é muito benéfico a interligação de gerações (como dizem os doutores entendidos no assunto), os avós sentem-se úteis e os netos tomam conhecimento de coisas que, muitas das vezes, já não existem, isto para além de fazerem quase todas as vontades mas…passemos à frente.
Depois achei aquela pergunta final, simples mas tão rica de conteúdo…”És feliz?” Olhem que até eu fiquei a pensar naquela pergunta simples mas com uma profundidade tamanha.
- Com paz e sossego é o bastante. – Respondeu a outra.
Fiquei a pensar “e o amor onde é que se enquadra?” É certo que num casal é preciso paz e sossego mas, se não houver amor onde é que vai acabar? Poderei estar a fazer juízos de valor mas com uma resposta assim, dei-me conta que esta mulher possivelmente, no seu anterior casamento não deve ter tido muita sorte e eventualmente deve ter sofrido um pouco ou tanto que, paz e sossego é o bastante, mesmo que não exista amor.
Senti alguma pena desta mulher que não deve saber o que é amor ou que soube o que era, mas há tanto tempo que já nem sonha.
Que Nossa Senhora as ajude!
11 maio 2007
Mais um poema para Ela

09 maio 2007
"Uma formiga ensinou-me a orar"

08 maio 2007
Cartão de Amizade
Enviado pela minha Amiga Malu, o qual daqui desde já lhe agradeço o carinho. E como é para seguir viagem, envio-o para as seguintes pessoas:05 maio 2007
Levar a Paz a onde não há Guerra
Há dias atrás em conversa com uma pessoa amiga, esta pareceu-me um pouco aborrecida e algo transtornada.Perguntei-lhe o que tinha e começou a falar que tinha a ver com os seus pais, irmãos e irmãs. Gostava que todos se dessem bem e que não houvesse brigas desnecessárias. Que sofria ao ver certas atitudes e gestos com os quais não concordava e que isso lhe fazia mal, porque passava uma grande parte do dia a pensar nisso e que já começava a afectar os seus em casa.
Disse-lhe então que, no meu ver, a vida dos seus pais era uma e que a dela era outra, que achava que não devia “fazer filmes” sobre discussões familiares e que pensasse um pouco mais na sua família porque, em todas as famílias essas discussões existem e fazem parte do seu crescimento. Terminei com uma frase, diria que intemporal e quase filosófica ao dizer-lhe:
“- Queres levar a Paz a onde não há Guerra.”
E a conversa ficou por ai, mas fiquei a pensar no que lhe tinha dito.
Na verdade e enquanto depois estava a tomar um duche (vaia-se lá saber o porquê de nessa altura), veio-me há ideia essa frase e, qual ajuda divina, na minha mente as coisas começaram a tornarem-se mais claras e pensei:
“ Na altura que a tinha pronunciado, interpretei-a de uma maneira conclusiva, do tipo “não é preciso Paz porque não há Guerra”, mas agora penso mais claramente e já a sinto de outra maneira, do tipo “não há Guerra é certo mas a Paz tem que estar sempre presente.”
Sim, porque apesar de naquela família (e noutras) as discussões existirem com conta, peso e medida, é preciso que não se perca a Paz, o Amor e a Esperança de que Deus nos ouve e nos apoia, principalmente nas alturas em que fraquejamos, em que pensamos que Ele se esquece de nós porque, cada vez mais, na sociedade em que vivemos a “Guerra” começa a ser alimentada com a falta de Paz que tende a não existir entre as pessoas.
Desejo que em todas as famílias haja quem leve a Paz mesmo não havendo guerra.



