24 abril 2008

Ternura

Neste inicio de novo ano
Que hoje começa
Minha Mãe Santíssima
Vim ao Teu encontro
Mais uma vez.

Nesta vida
Inconstante por vezes
És e serás sempre
Uma presença constante
Na minha vidas e dos meus.

O meu coração
Bombeia mais depressa
E o calor aperta-o
Ao aproximar-me de Ti
Santa Virgem Maria.

Novamente a Teus pés me ajoelho
Não em sinal de penitência
Apesar de pecador confesso
Mas em sinal de respeito e louvor
Santa Mãe de Deus.

Hoje agradeço-Te
Todas as bênçãos concedidas
E por conceder
A mim, aos meus
E a quem mais precisa.

Neste inicio de ternura
Que maior bênção receber
Senão a Tua Infinita Ternura
Para comigo e para com os meus
Minha sempre Mãe.

No Teu regaço deposito
Todo o meu ser
Tal como uma criança
Faria à sua mãe
Minha Mãe e Mãe de todos nós.

Olho-Te nos olhos
À procura de uma resposta
Nas Tuas mãos
À procura de um gesto
E nada obtenho.

No entanto
Sei e sinto
Que a resposta será dada
Não no Teu olhar imóvel
Nem nas Tuas mãos estáticas

Mas sim no meu coração
Que bombeia mais depressa
E o calor aperta-o
Quando ao pé de Ti estou
Minha Santíssima Mãe.

23 de Abril de 2008
Paulo

18 abril 2008

ORAÇÃO DE SÃO BERNARDO (LEMBRAI-VOS)


Hoje acordei com esta oração nos meus pensamentos.

Lembrai-vos, ó piíssima Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que algum daqueles que tem recorrido a vossa protecção, implorando o vosso auxílio, e reclamando o vosso socorro, fosse por vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança, ó Virgem das virgens, como à Mãe recorro e de vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro a vossos pés; não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus, mas dignai-vos de as ouvir propícia e me alcançar o que vos rogo. À vossa protecção recorremos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Amém.


Uma bela oração à Virgem Santíssima.

09 abril 2008

Mãe Santíssima

Ajoelhei-me a teus pés
Minha Mãe Santíssima
Orei, supliquei e implorei-te
Uma intercepção a teu filho
Nosso Senhor Jesus Cristo

Tu com esse sorriso meigo
Estendeste-me a mão
Quem sabe a dizer
“Eu ajudo-te!
Segura-te na minha mão.”

Ele abriu-me os braços
Como que a dizer-me
“Vem, meu filho!
Vem a meus braços que te conforto.”

Eu apenas derramei
Algumas gotas de orvalho
Com vontade de ali ficar
Orando infinitamente a Ti.

Esqueci-me de Te agradecer
Todas as graças concedidas
...até este momento,
Minha Mãe Santíssima.

Paulo
08/04/2008

07 abril 2008

Um Domingo Abençoado

Poderia escrever muitas palavras sentidas aqui e agora, poderia até explanar de uma forma ou de outra a alegria quem invade os corações da nossa família desde ontem à tarde, no entanto…

…aqui e agora Lhe agradeço a intercepção que fez junto a Deus nosso Pai pela graça que nos concedeu. Afinal, já há quase 9 anos que a minha cunhada e família não entravam na nossa casa.
As razões pouco importam, essas já se esfumaram no tempo e o que interessa é o dia de “amanhã” e a Fé que Nela tenho depositado nas minhas orações e nas conversas que com Ela vou tendo diariamente.

24 março 2008

Domingo de Páscoa


Ontem foi Domingo de Páscoa, o dia em que Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou dos mortos. Tal como Ele, nós também almejamos a ressurreição e a vida eterna, depois da passagem por este mundo onde, tentamos levá-la o mais cristã possível.

Ontem tivemos na nossa casa um almoço de família, não sendo muito numerosa, foram precisas duas mesas para sentar todos. Depois de uma tarde calma, para o fim do dia começamos a ter algumas visitas “inesperadas”. Ao princípio foram aquela conversas retóricas, de circunstâncias, de aquecimento como me lembrei na hora. Depois? Bem, depois vieram as conversas de fundo, de desabafos sobre a vida, duvidas sobre como actuar nesta ou naquela circunstância e inter ajuda entre as famílias presentes.

Num dia como o de ontem (Ressurreição de Jesus Cristo) dá que pensar sobre se essas visitas “inesperadas” e das conversas de fundo não seriam algo mais do que isso…

18 março 2008

Apoios

Foto de Diogo
Os nossos bordões, qual apoio que nos ampara durante a caminhada, ficam fora das igrejas, porque lá, não precisamos desse apoio, lá...é o próprio Senhor Jesus Cristo que nos apoia e não nos desampara.

14 março 2008

CARTA DE GUIGO I A UM AMIGO SOBRE A VIDA SOLITÁRIA


Há algum tempo que tenho feito algumas descobertas interessantes sobre a vida monástica. Na verdade e ao contrário do que algumas "vozes do mundo", que nos querem fazer passar a ideia de que estas pessoas, são pessoas doentes em vários aspectos, reparo que, na verdade, somos "nós" as pessoas doentes. Umas que não vêem e outras que não querem ver que, para além desta vida, existe Outra...na plenitude da presença do Senhor. De entre muitas, escolhi os Cartuxos como exemplo, sem que esqueça os restantes, que se note, e deles retirei esta carta, escrita faz tempo, no entanto muito actual, sobre a vida solitária...a qual nada tem a ver com a vida em solidão.

"1. Ao Reverendo..., Guigo, o menor dos servos da Cruz que estão em Chartreuse: “Viver e morrer por Cristo” (Cf. Fl 1,21).
2. Um imagina feliz o outro. A meu ver, aquele que o é verdadeiramente não é o ambicioso que luta para conseguir honras altivas num palácio, mas aquele que escolhe levar uma vida simples e pobre no deserto, que gosta de aplicar-se à sabedoria no repouso1, e deseja com ardor permanecer sentado e solitário no silêncio (Cf. Lm 3,28).
3. Porque, brilhar nas honras, estar elevado em dignidade, é, a meu ver, cosia pouco tranqüila, exposta a perigos, sujeita a cuidados, suspeita para muitos, e para ninguém segura. Alegre no princípio, equívoca com a prática, é triste no seu termo. Aplaude os indignos, indigna-se contra os bons, e a maioria das vezes, zomba de uns e de outros. Fazendo muitos infelizes, não faz ninguém feliz, nem satisfeito.
4. Em compensação, a vida pobre e solitária, pesada no começo, fácil no seu curso, torna-se no fim celeste. Está firme nas provas, confiante nas incertezas, modesta no êxito. É frugal na alimentação, simples no vestir, reservada nas palavras, casta nos costumes, e objeto dos maiores desejos porque não deseja absolutamente nada. Sente muitas vezes o aguilhão do arrependimento pelos seus pecados passados, evita-os no presente e previne-se contra eles no futuro. Espera na misericórdia, mas não contam com os seus méritos. Aspirando vivamente aos bens celestiais, rejeita os da terra. Esforça-se por adquirir uma conduta provada, mantém-se nela com perseverança, e guarda-a para sempre. Entrega-se aos jejuns pelo hábito da Cruz, mas aceita alimentos por exigência do corpo. Dispõe uma e outra coisa com a mais perfeita medida; com efeito, domina a gula sempre que decide comer, e o orgulho, sempre que quer jejuar. Dedica-se ao estudo, mas sobretudo das Escrituras e de obras religiosas nas quais o miolo do sentido a mantém mais ocupada que a escuma das palavras. E, o que é mais surpreendente e mais admirável, permanece sem cessar no repouso, e, ao mesmo tempo, nunca está ociosa2. Multiplica as suas ocupações, de modo a faltar-lhe a maioria das vezes o tempo mais que atividades diversas. E lamenta-se mais freqüentemente da falta de tempo que do aborrecimento do trabalho.
5. E que mais dizer? É um belo tema aconselhar o repouso3, mas semelhante exortação exige um espírito senhor de si que, cuidadoso com o seu próprio bem, desdenhe intrometer-se nos assuntos públicos ou alheios; um espírito que sirva sob Cristo na paz de forma a evitar ser simultaneamente soldado de Deus e defensor do mundo, e que saiba perfeitamente que não pode gozar aqui com este século e reinar no outro com o Senhor.
6. Mas estas coisas e outras semelhantes são muito pouco se te lembras do que bebeu sobre o patíbulo Aquele que te convida a reinar com Ele. De bom ou mal grado, importa-te seguir o exemplo de Cristo na sua pobreza, se queres ter parte em Cristo nas suas riquezas. “Se participamos nos seus sofrimentos, diz o Apóstolo, reinaremos também com Ele” (Rm 8,17), “Se morremos com Cristo, viveremos também com Ele” (2Tim 2, 11-12). O próprio Mediador respondeu aos dois discípulos que Lhe pediam para se sentarem um à sua direita e o outro à sua esquerda: “Podeis beber o cálice que Eu vou beber?” (Mt. 20, 21-22)4. Mostrava-nos deste modo que se chega aos festins prometidos dos Patriarcas e ao néctar das taças celestes pelos cálices das amarguras terrestres.
7. E porque a amizade já alimenta a confiança e que tu, meu apreciado amigo em Cristo, sempre me foste caro desde o dia em que te conheci, exorto-te, animo-te e peço-te, visto que és prudente, ponderado, sábio e muito hábil, que subtraias ao mundo esse pouco da tua vida que ainda não foi consumido; não tardes em queimá-lo para Deus, como um sacrifício vespertino (Ps 140,2), depondo-o sobre o fogo da caridade (Cf. Lv 1,17), a fim de que, a exemplo de Cristo, sejas tu próprio sacerdote e também “Vitima (em sacrifício de) agradável odor para Deus” (Ef 5,2)5 e para os homens.
8. Mas, a fim de compreenderes mais plenamente para onde tende o ardor de todo este discurso, indico brevemente à prudência do teu juízo qual é o voto do meu coração e ao mesmo tempo o seu conselho: como homem de coração generoso e nobre, abraça o nosso gênero de vida, tendo em vista a tua salvação eterna, e, feito novo recruta de Cristo, vigiarás, fazendo uma guarda santa no campo da milícia celeste, depois de teres posto à cinta a tua espada (2Tm 2,11-12), por causa dos temores da noite (Ct 3,8).
9. Portanto, como se trata para ti duma coisa boa no seu empreendimento, fácil na sua realização e feliz no seu acabamento, peço-te que ponhas na consecução de um tão justo “negócio” tanta aplicação quanta a graça divina para tal te conceder. Onde e quando deves fazê-lo, deixo a escolha decisiva disso à tua sagacidade. Mas não creio de forma nenhuma que um prazo ou demora nisso seja algo vantajoso para ti.
10. Mas não me alongarei mais sobre tal assunto, receoso de que este discurso rude e deselegante te moleste como freqüentador do Palácio e da Corte. Tenha, pois, esta carta um fim e uma medida, coisa que não terá nunca o meu grande afeto por ti.

Notas:
1- Como nos diz o estudioso do Monacato Primitivo dos Padres do Deserto, Dom García Colombás, osb (BAC nº. 588, p. 653 y 693), o ideal dos monges orientais que eles designavam com a palavra hesychía, apátheia, os monges ocidentais o traduziam com o vocábulo repouso, quies, puritas cordis, pax, etc. Quando aqui nos fala Guigo do otium do contemplativo, se está referindo a esse ideal, ao qual já fazia referência São Bruno nas suas cartas (Cf., p.e.: Ad Radulphum., 4 e 7; Ad Fratres, 2), no qual já se tinha exercitado aos pés de Jesus Maria de Betânia, como o mesmo Guigo nos fala nos seus Consuetudines Cartusiæ, XX, 2. [regresso]
2- Guigo emprega nesta carta os mesmos termos utilizados por São Bruno ao dirigir-se a seu amigo Raul: Aqui se pratica um repouso bem ocupado, se repousa numa sossegada atividade (Ad Radulphum., 6). [regresso]
3- Ao aconselhar aqui Guigo a seu amigo o repouso, o otium contemplativo, devemos entender que o faz nas duas facetas que isso comporta. A este respeito, Dom G. Colombás fez notar que o ideal dos monges do Deserto levava consigo, por um lado, como estado de vida, a hésychia material, ou permanência repousada na solidão do ermo, e por outro lado, a hésychia interior, ou repouso silencioso, como estado da alma a que se ordena a primeira (Idem. Pág. 692). Tudo isso exige do solitário a seria ascese de negar-se a se mesmo e carregar a cruz de cada dia, como bom soldado de Cristo. [regresso]
4- Perante estas citações da Palavra de Deus, o quinto sucessor de Bruno centraliza a genuína milícia do monge, no deserto, em sua inserção no mistério pascal de Cristo. [regresso]
5- O apreço de Guigo pela dimensão sacerdotal da vida do monge, como membro de Cristo pelo Batismo (Cf. 1Pd 2, 9), fica aqui uma vez mais patente com esta citação do Apóstolo (Cf. Ef 5,2). [regresso]"

13 março 2008

Divórcio na hora: Casados ao abrigo da Lei portuguesa podem divorciar-se pela Internet a partir de hoje



13 de Março de 2008, 11:35


Lisboa, 13 Mar (Lusa) - Todas as pessoas casadas ao abrigo da lei portuguesa podem a partir de hoje divorciar-se em poucos minutos através de um portal na Internet.
O portal Divórcio na Hora.Com foi lançado pelo mandatário judicial (advogado) português Januário Lourenço em conjunto com uma empresa de tecnologias ligadas à justiça sedeada na Inglaterra.
Segundo Januário Lourenço, este serviço agora disponibilizado de forma gratuita para divórcios simples (sem bens ou filhos comuns) é célere, reduzindo o tempo médio do processo, que envolve requerentes, procuradores e conservatória.
Divorciar-se através da Internet demora entre 04 e 20 minutos, desde que estejam disponíveis todos os elementos relativos aos cônjuges e procuradores.
Por outro lado, adiantou, torna-se simples porque só é preciso indicar o nome, morada, datas e conservatórias de nascimento de ambas as partes, introduzir a data e conservatória de casamento e colocar a assinatura electrónica para, automaticamente, o divórcio ser emitido.
Com este sistema, explicou, um divórcio simples custa apenas o valor dos emolumentos, não havendo outras despesas adicionais.
"O sistema permite a resolução rápida de divórcios simples entre pessoas que já não vivem na mesma casa nem têm nada em comum mas que deixam perdurar a situação", afirmou Januário Lourenço à Lusa.
O "divórcio na hora" permite a duas pessoas casadas requerer o seu divórcio por acordo mútuo, por via electrónica, e fazendo uso do cartão do cidadão.
O valor legal é igual ao do requerimento de divórcio tradicional.
Nesta fase de lançamento, o serviço está apenas disponível para os titulares do Cartão do Cidadão.
Na fase inicial, este serviço é grátis, mas o portal pretende evoluir para a realização de outro tipo de divórcios mais complexos, pagos, para os cidadãos e mandatários judiciais, disponibilizando minutas variadas, nomeadamente, as que concernem à regulação de casa de morada de família, poder paternal, pensão de alimentos, casamento com e sem partilha de bens e com convenção pré-nupcial.
Mas só em Abril, depois de auscultação pública, é que está prevista a entrada em funcionamento do serviço para outro tipo de divórcios.
O portal é uma inovação que tem como base a Lei do Cartão do Cidadão (CC).
Nos termos dessa lei, é aplicável a assinatura electrónica qualificada do CC aos cidadãos portugueses que residem em Portugal ou nas Comunidades Portuguesas, dentro e fora da União Europeia, e ainda aos cidadãos brasileiros que residem em Portugal ao abrigo do Tratado de Porto Seguro.
Segundo Januário Lourenço, este sistema é 100 por cento seguro, uma vez que a partir do momento em que a parte que emite o requerimento introduz os dados que poria num requerimento em papel, está 100 por cento garantida por um certificado digital.

GC.
Lusa/Fim

Poderia dizer alguma coisa sobre este assunto mas, já o publicar aqui, está tudo dito sobre o que penso em relação a "modernices" como esta. Apenas deixo um pensamento no ar:

"O namorar, a meu ver, é conhecer o outro, conhecerem-se os dois. Nos últimos anos, apercebo-me que já muitos poucos namoram nestes pressupostos, apenas existe o conhecimento muito superficial e depois cama. Se forem bons na cama, estão aptos para casar."

12 março 2008

Cartuxos de Évora

Recebi dos Cartuxos de Évora uma pagela do Cristo que se "vê ao fundo" com uma oração por trás muito bela, a qual abaixo transcrevo:

Oração
ao SANTO CRISTO
da CARTUXA DE ÉVORA
Senhor Jesús:
Durante mais de dois séculos
ouvistes as orações dos monges brancos.
Depois, durante mais de um século,
na ausência deles atendestes tão piedosamente
as preces dos visitantes eborenses, que estes
Vos chamaram Santo Cristo dos Milagres.
Agora, Senhor, escutai com igual amor
o canto dos cartuxos aos vossos pés
e as súplicas dos devotos fora da clasura.
E finalmente recebei-nos a todos
junto de Vós no Céu.
Assim seja!
Posto isto apenas deixo uma passagem da carta que acompanhava:
Nós não falamos de Deus aos homens = falamos dos homens a Deus.
Com esta frase fica tudo dito da riqueza espiritual que estes homens (e mulheres noutros paises) vivem diariamente na companhia de Deus, num silêncio onde até se consegue ouvir a Voz D ´Ele, na brisa que corre ou na ausência dela.

07 março 2008

Sem titulo


Poderia dar um titulo diferente, mais sugestivo. Até poderia escrever um lindo texto, todo poetico e cheio de sentimentos de Fé e Esperança. Poderia ainda acrescentar o que sinto ao ver esta minha cruz com a fita a esvoaçar ao sabor do vento que se fazia sentir, mas não vou fazer nenhuma dessas coisas.
Hoje, em véspera de fim de semana, deixo apenas aqui esta foto, desta minha cruz, onde Cristo (sem estar aparentemente), esteve e estará sempre presente, mais que não seja na brisa ligeira que naquele momento passava por ela.

05 março 2008

Amizade

O amigo Ecclesiae Dei mandou-me o selo que acima publico. Na verdade vou escrevendo por aqui aquilo que, com a ajuda do Espirito Santo, me vai passando pela alma, nunca pensando que seria "Uma Mente Iluminada" mas, como quando escrevo tenho a luz quase sempre ligada, deve ser essa a intenção. Deixando de bricandeiras sobre o selo em questão ou a pessoa que se lembrou de mim, o que é certo é que aqui, nesta blogosfera, também somos veiculos de Deus numa evagelização permanente e como tal, também somos um pouquinho de apostolos. Assim sendo e mantendo a cadeia do selo e, sem esquecer os outros que visito, ofereço este selo a:
- Malu da "A Capela"; Manuela do "Cantinho das Orações" e "Sede de Deus".

03 março 2008

5 dias

E após os 5 dias em que andei pelos caminhos desta ilha na companhia, não só dos restantes irmãos, como também de Jesus, Maria e José, cheguei há resposta da pergunta que desde o 1º dia me "batia" na alma.
"Jesus Cristo disse "Ama o próximo como a ti mesmo." Depois de muitas respostas racionais que me vieram à mente, qual delas a mais verdadeira, quando entrei no Santuário de Nossa Senhora da Conceição, obtive a resposta menos esperada mas, como Nosso Senhor não pensa de maneira humana, não seria de esperar outra resposta que não a que obtive:
- Chorei, de alegria! - "apenas isso...""

25 fevereiro 2008

O regresso ao Mundo

E após os 5 dias de romaria, "descemos da montanha" e voltámos ao mundo que, continua igual aparentemente, porque, que mudou não foi ele mas nós e nós, agora no inicio deste 6 dias, temos a obrigação de, por pouco que seja, ajudarmos a mudar este mundo conturbado, para que, ainda que não venha a ser a perfeição desejada, seja mais perfeito, onde o termo Irmão, não seja apenas uma palavra saida da boca sem sentir, mas que, mesmo no silêncio da boca fechada, a sintamos na alma de cada um de nós.

Em jeito de "doce" aqui fica um pequeno video, não muito explicativo é certo mas "o mar é feito de pequenas gotas":


18 fevereiro 2008

Romaria


E é já na próxima quarta-feira pelas 03:00 que começa mais uma romaria pelas estradas da minha Ilha, terminando no fim do domingo. Espero que sejam dias de muita paz e esperança em companhia dos restantes irmãos e da Sagrada Familia. O Terço e a oração serão uma constante nas nossas vidas, e ainda que presentes neste mundo estaremos quase como ausentes do mesmo. Assim até de hoje a oito dias, a quem por aqui passar.

Quem quiser saber mais sobre os Romeiros a que pertenço aqui fica o site para saberem mais.

14 fevereiro 2008

Quando...?



"Deus escreve direito por linhas tortas! "

Ò meu Deus e Senhor, tanto que Te escrevo sobre estes caminhos sinuosos da Vida, tortos muitas das vezes e Tu, nessa rectidão infinita de bondade, aparentemente, não me ouves e nem me lês.
Eu sei e sinto que, no fundo Me lês e Me Ouves atentamente mas…quando, meu bom Deus?

08 fevereiro 2008

Lufada de ar fresco


À dias descobri, quem sabe por inspiração divina este blog, o qual na blogosfera católica é uma lufada de ar fresco para quem lá no fundo, admira a vida monástica. Se possivel, passem por lá e percam-se por alguns momentos. Deliciem-se não só com os escritos, como também com a música de fundo.
Bom fim de semana.

07 fevereiro 2008

...reza por mim!


Numa época onde começam a faltar alguns dos valores humanos basilares, onde as vocações (e não só sacerdotais) faltam, e na qual a Fé por vezes é “substituída” pelos factos palpáveis e materiais, tem alguma graça, ouvir alguém dizer o seguinte:
- Vais na romaria deste ano, não vais? – Perguntou.
- Vou! – Respondi.
- Então reza por mim! – Acabou por pedir após uns breves segundos de silêncio.

Fiquei a pensar no que ele me pediu, e pensando que a pessoa em questão não é aquilo a que denominados de católico praticante (se é que esse termo existe e é aplicável), mais ainda, sabendo também que essa pessoa até goza com o irmão, que também saiu no ano passado e vai sair este ano na romaria.

Claro que rezarei por ele…independentemente do porquê do seu pedido porque, não compete a mim, julgar quem quer que seja.

06 fevereiro 2008

Um só traço nas nossas Vidas

Tal como a imagem foi feita, com um só traço começado do meio da imagem, assim nós devíamos agir, num só caminho, começando do nosso coração…em direcção a Ele.