E para regresso das férias, nada melhor que esta letra, a qual vou ouvindo no carro pela manhã no cd, relembrando-me a romaria...quem sabe...
Local onde de quando em vez, qual confessionário, deixarei algumas pegadas dos meus pensamentos Cristãos
05 setembro 2007
O Terço (Roberto Carlos - Erasmo Carlos)
07 agosto 2007
Pensamento para um dia assim...
23 julho 2007
Agradecimento
Na verdade, aparentemente não foi outra coisa qualquer mas, também não foi um enfarto, assim agradeci-lhe e no dia seguinte lá fui à igreja da Agualva, a única aqui na ilha que a tem como santa padroeira, juntamente com a minha mulher e filho.
De joelhos com o terço na mão, rezei-lhe um terço em sinal de agradecimento, ao mesmo tempo que lhe olhava no rosto e parecia que me estava a escutar, aliás, penso que me escutou porque quando estava nas contas finais, o meu filho deu-me um beijo na cara, assim sem mais nem menos, e senti-o como se fosse Ela a agradecer-me.
19 julho 2007
7ete Maravilhas
A pedido da Maria João, mais como desafio obviamente, aqui ficam as minhas 7ete maravilhas:
Deus
Penso que para além do que poderia dizer, já está tudo dito.
A vida
Apesar de todas as intempéries desta vida terrena, é tão bom estar vivo e poder louvar a Deus por isso.
O meu filho
Para além de amar muito a minha mulher, penso que qualquer pai optaria, em situações de vida ou de morte, salvar o filho em primeiro lugar.
A minha mulher
Logo a seguir ao meu filho...
Avó
A minha, que faleceu há alguns anos, foi para mim, para além de um exemplo de vida a minha mãe.
Pai
O meu, obviamente, que não cheguei a conhecer como devia ser.
O mar
Fonte da vida, local de descanso e contemplação.
E passo este desafio às seguintes pessoas:
Malu
Elsa Sekeira
Rosa
16 julho 2007
O Mundo precisa (poema de intervenção)
O Mundo precisaDe otorrinos da Alma
Para quem não ouve Jesus
O Mundo também precisa
De oftalmologistas do espírito
Para aqueles que não Te querem ver
O Mundo precisa ainda
De rezar muito
Rezar que nem porcos
O Mundo precisa mais ainda
De casais com Amor
E não apenas pelo Sexo
O Mundo precisa urgentemente
De um tsunami ou de um terramoto
Que inunda e mexa com o Homem
Para que este
Olhe para o Alto e não para o seu umbigo
Paulo
13 de Julho de 2007
12 julho 2007
A propósito de um Padre
Como não poderia ser tivemos a parte espiritual, onde o nosso guia espiritual e já Sacerdote, o “nosso Dinis” falou sobre a Sagrada Eucaristia de uma forma simples e ao mesmo tempo com “paixão” por aquilo que nos estava a transmitir, qual Jesus no meio do povo.
Confesso que, mês após mês, vou (e penso que os restantes irmãos também) gostando cada vez mais deste “novo” Padre, melhor dizendo, desta nova maneira de agir como padre, já que, no meu entender, o “nosso Dinis” para além de ser um padre exemplar, é uma pessoa que sabe falar sobre a Igreja de uma maneira tão peculiar que, todos os que o ouvem (mais letrados ou menos letrados) percebem o que por ele é dito. É uma pessoa que chega a todos e para além de se ver, sente-se que Vive a palavra de Cristo de uma maneira quase fervorosa, de uma paixão que não se vê muito nos dias que correm.
Confesso que, reunião após reunião, saiu delas cheio de tanto amor em Cristo como se, Ele, naquelas reuniões estivesse presente e personificado no Dinis alias, pensando bem, Ele está sempre presente mas, nestas reuniões e depois das palavras que brotam da sua boca, sinto-O de uma maneira diferente, especial…quase como se estivesse presente a Ele e não a um Sacerdote “qualquer”.
Ao irmão Dinis Silveira e agora Sacerdote, desejo tudo de bom na sua vida e que Cristo continue a agir nele como até agora tem agido porque, a sociedade em que vivemos precisa de pastores assim…
10 julho 2007
Familia
Cristo existe, sei que sim, sinto-o, mas se uma grande parte dos Homens não o quer ouvir ou senti-lo para assim, agir de um modo Cristão, que "culpa" tem Ele nisso?
Para terminar, penso que o Mundo está cada vez mais a precisar de Otorrinos da alma, e são cada vez mais tão poucos.
PS: Não era bem assim que queria que saisse o artigo mas...a ideia era falar na familia e na interligação entre os seus elementos, de uma maneira cristã, que cada vez se vive menos e, na ligação com a eucaristia, onde cada vez mais, as familias, vão menos.
06 julho 2007
Pagamento de "divida"

Há pouco dei-me conta, e quase que ri sozinho do pensamento que me veio à ideia:
“- Porque será que para Lhe agradecermos alguma coisa que Ele fez por nós, só sentimos que realmente “pagámos a divida” indo agradecer num local de culto? Se em casa, no carro ou no trabalho rezarmos um pouco e na conversa silenciosa a dois Lhe agradecermos não será a mesma coisa?”
E para fim-de-semana ficou-me este pensamento.
05 julho 2007
Palavras lançadas ao vento

Hoje, alguns meses passados desde essa conversa, constato que tinha mais razão do que a que eu imaginava. Na verdade, apesar da Fé continuar forte e segura, dou-me conta, por vezes, de olhar para mim e sentir que essa fé é parecida a uma flor, precisa de ser regada para não murchar já que, não é apenas o sol (arrepios) que alimentam a flor que em mim vai crescendo.

18 junho 2007
Carta à pecadora da casa de Simão, texto do Padre Vítor Gonçalves

"São-lhe perdoados os seus muitos pecados,
porque muito amou."
Lc 7, 47
Carta à pecadora da casa de Simão
M.
Gostava de saber o teu nome mas S. Lucas só nos disse que foi em casa de Simão que lavaste com lágrimas os pés de Jesus, os enxugaste com os cabelos, beijaste-os e ungiste com perfume. Chamo-te M. porque podias chamar-te Madalena ou Maria, mas és certamente Mulher. Perdoa-me a ousadia em escrever-te mas, sem conhecer o teu rosto, és das mulheres mais belas do Evangelho. Os teus gestos, a humilde grandeza do teu amor, a coragem de enfrentar uma rejeição pública, e as palavras, o amor com que Jesus te reveste, fazem-me uma pontinha de inveja. Como eu gostaria de amar como tu!
Porque te conheciam como pecadora? Como à mulher que queriam apedrejar por adultério, também contigo os homens estavam isentos de pecado? Sempre gostámos muito de empolar os pecados de ordem sexual e "quase absolver" as injustiças, a exploração, os abusos de poder. Sabes, hoje ainda é muito assim: um escândalo sexual destrói a vida de alguém, a corrupção, o enriquecimento escandaloso, o poder para uso egoísta esquecem-se rapidamente e nem têm estatuto de "pecado". E a mulher continua a ser, muitas vezes, o "elo mais fraco". Achamos que pecamos pouco, mas o problema é que amamos menos ainda!
É verdade que também temos muita dificuldade em lidar com o amor. Habituámo-nos a viver "mais ou menos", e assim temos "amores mais ou menos". É desses que se alimentam as chamadas "revistas de sociedade" onde parecer (e aparecer) é mais importante que ser, em que os beijos e as lágrimas fazem parte do espectáculo. Às vezes alguns ritos religiosos também entram nessa onda. Ficamos então duros para perdoar quem errou no amor, ou refez um amor verdadeiro depois do sofrimento por um que não deu certo. Quantas lágrimas tem Jesus recebido aos seus pés, e quanto amor e perdão tem Ele dado como a ti, esquecendo-nos nós, os que vivemos na sua casa, de levar o seu perdão a quem muito ama? Como é fácil esquecer que somos Igreja "santa e pecadora", e que só o amor (que dá substância à fé) salva verdadeiramente!
Como apareceste em casa do fariseu Simão? Onde tinhas experimentado o amor de Jesus, capaz de desencadear um dos gestos mais corajosos de todo o Evangelho? Diz-nos S. Lucas que algumas mulheres acompanhavam os Doze: eras uma delas? Ficam-me muitas perguntas, mas volto a dizer-te: como desejo ter um amor a Jesus como o teu. Um amor mais forte que o pecado e que todas as derrotas, um amor que traz vida e afugenta a morte, um amor que constrói e não cola rótulos. É o amor que Jesus pede aos discípulos para viverem e darem. Perdoa-me M., e todos e todas, a quem o não tenho dado.
Um abraço deste teu irmão, Vitor, e um grande beijo, também com lágrimas, a Jesus.
13 junho 2007
Suplica
E vieste ao meu encontro
Tu e o teu Filho
Estiveram mais perto de mim
Mais uma vez te pedi
Uma graça ou um milagre
E Tu
Em segredo acolheste o meu pedido
Olhaste para as minhas mãos
Que em sinal de oração
Cruzavam uma na outra
Apertadas em suplica
Para Ti rezei, orei e supliquei
Numa quase confissão
Das faltas por mim cometidas
Contra o teu Filho
Olhei-Te nos olhos
E nas palavras sentidas
Dentro do meu ser
Esperança no meu pedido
Hoje desceste do Alto
E vieste ao meu encontro
E estavas linda
Com aquele sorriso de Mãe
E eu
Beijei os teus pés
11 junho 2007
Oração à Nossa Senhora de Guadalupe
Que nada nos aflija nem perturbe nosso coração.
08 junho 2007
Jesus Cristo

Em poucas temos a imagem de Jesus Cristo Ressuscitado, relembrando-nos que um dia, também nós ressuscitaremos e que, o que desce à terra é a carne e não a alma…

Qualquer uma das imagens acima descritas é alvo de profunda contemplação e oração e qualquer uma delas é de uma beleza extrema denotando a fé de quem as fez.
Hoje por mera coincidência, numa busca que estava a fazer, encontrei esta imagem de Cristo “estilizada” onde se concebe uma simbiose entre o Cristo Crucificado e o Cristo Ressuscitado, bonita por sinal.

Numa sociedade onde cada vez mais se vive nos extremos, nada melhor que esta imagem para nos fazer pensar um pouco mais...no meio termo de tudo.
06 junho 2007
Quinta Feira do Corpo de Cristo

Irmãos: Eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tomou o pão e, dando graças, partiu-o e disse: «Isto é o meu Corpo, entregue por vós. Fazei isto em memória de Mim». Do mesmo modo, no fim da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova aliança no meu Sangue. Todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de Mim». Na verdade, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha».
30 maio 2007
Senhor Santo Cristo
No Convento da Caloura, em Água de Pau, começa a história do culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres, em S. Miguel. Reza a tradição que foi neste lugar que se erigiu o primeiro Convento de Religiosas nesta Ilha, convento cuja fundação se deveu, principalmente, à piedade das filhas de Jorge da Mota, de Vila Franca do Campo.
Mas para que tal comunidade fosse estabelecida como devia, foi necessário que alguém fosse a Roma impetrar a respectiva Bula Apostólica. Largaram, por isso, de S. Miguel a caminho da Cidade Eterna, duas religiosas. Aí solicitaram ao Papa o desejado documento. Tão bem se desempenharam dessa missão que o Sumo Pontífice não só lhes passou a ambicionada Bula como ainda lhes ofereceu uma Imagem do Ecce Homo. De regresso a Vale de Cabaços, a singular imagem foi posta num nicho onde se conservou por poucos anos.
Porque o lugar era ermo e muito exposto às incursões dos piratas, o pequeno Mosteiro ficou, certo dia, deserto, pois parte das religiosas seguiu para Santo André, de Vila Franca do Campo, e a outra parte se encaminhou para Ponta Delgada, para o Mosteiro da Esperança, acabado de fundar pela viúva do Capitão Donatário, Rui Gonçalves da Câmara.
Mas a Imagem do Senhor Santo Cristo não ficou esquecida em Vale de Cabaços, porque a religiosa galega Madre Inês de Santa Iria a quis trazer para Ponta Delgada.
No ano de 1700, a Ilha de S. Miguel foi abalada por fortes e repetidos tremores de terra. Duravam estes já vários dias quando a Mesa da Misericórdia e grande parte da nobreza da cidade, vendo que os terramotos não cessavam, resolveram ir à portaria do Mosteiro da Esperança para levarem em procissão a Imagem do Santo Cristo.
Ao princípio da tarde desse dia 13 de Abril de 1700, juntaram-se as confrarias e comunidades religiosas. Concorreu igualmente toda a nobreza e inumerável multidão que, com viva fé, confiava se aplacaria a indignação divina com vista da santa Imagem.
Caminhava já a procissão em que todos iam descalços; e logo que a veneranda Imagem se deixou ver na portaria, foi tão grande a comoção em todos que a traduziram em lágrimas e suspiros, testemunhos irrefragáveis da contrição dos corações.
Levaram o andor do Santo Cristo as pessoas mais qualificadas em nobreza. Andando a procissão, ia a veneranda Imagem entrando em todas as igrejas onde, em bem concertados coros, Lhe cantavam os salmos "Miserere mei Deus".
Saindo da Igreja dos Jesuítas, e caminhando para a das Religiosas de Santo André, não obstante toda a boa segurança e a cautela com que levavam a santa Imagem, com assombro e admiração de todos, caiu esta fora do andor e deu em terra. Foi esta queda misteriosa, porque não caiu a Imagem por algum dos lados do andor, como era natural, senão pela parte superior do docel.
O povo ficou aflito com sucesso tão estranho. Uns feriam os peitos com as pedras; outros, pondo a boca em terra, que julgavam santificada com o contacto da santa Imagem, pediam a Deus misericórdia; estes, tomando os instrumentos de penitência, davam sobre si rijos e desapiedados golpes, regando a terra com o sangue das veias; aqueles publicavam em alta voz as suas culpas, como causas da indignação do Senhor; e todos, com clamores e enternecidos suspiros, pediam a Deus que suspendesse as demonstrações da sua justa vingança.
Verificaram, então, que a santa Imagem não experimentara com a queda dano considerável, pois somente se observou no braço direito uma contusão. A Imagem foi lavada e limpa no Convento de Santo André e, colocada outra vez no andor com a maior segurança, continuou a procissão, na qual as lágrimas e soluços do povo aflito embargavam as preces, até que, bem de noite, se recolheu no Mosteiro da Esperança.
E a cólera divina se aplacou.
21 maio 2007
16 maio 2007
Conversa de mini-bus

- Olha, vim deixar o meu neto ao ciclo e à hora de almoço vou buscá-lo. Depois venho deixá-lo e perto das 4 horas vou buscá-lo novamente. Sabes como são as coisas, os pais a trabalharem na Praia sobra para mim mas…deixá-lo, é uma companhia e uma maneira de me preocupar com o pequeno, e tu que casaste novamente, és feliz? – Diz uma.
Não que costume ouvir conversas e comentá-las mas esta deu-me vontade de aqui expor porque, começou de uma maneira que já há muito não ouvia, mas sei que por aqui ainda existem avós que vivem para os netos e filhos. Os meus sogros por exemplo, além de viverem para si, também vivem um pouco em prol da família e parecendo que não, ajudam muito nesses pequenos nadas que nos vão fazendo aqui e ali.
Parecendo que não, é muito benéfico a interligação de gerações (como dizem os doutores entendidos no assunto), os avós sentem-se úteis e os netos tomam conhecimento de coisas que, muitas das vezes, já não existem, isto para além de fazerem quase todas as vontades mas…passemos à frente.
Depois achei aquela pergunta final, simples mas tão rica de conteúdo…”És feliz?” Olhem que até eu fiquei a pensar naquela pergunta simples mas com uma profundidade tamanha.
- Com paz e sossego é o bastante. – Respondeu a outra.
Fiquei a pensar “e o amor onde é que se enquadra?” É certo que num casal é preciso paz e sossego mas, se não houver amor onde é que vai acabar? Poderei estar a fazer juízos de valor mas com uma resposta assim, dei-me conta que esta mulher possivelmente, no seu anterior casamento não deve ter tido muita sorte e eventualmente deve ter sofrido um pouco ou tanto que, paz e sossego é o bastante, mesmo que não exista amor.
Senti alguma pena desta mulher que não deve saber o que é amor ou que soube o que era, mas há tanto tempo que já nem sonha.
Que Nossa Senhora as ajude!
11 maio 2007
Mais um poema para Ela

09 maio 2007
"Uma formiga ensinou-me a orar"

08 maio 2007
Cartão de Amizade
Enviado pela minha Amiga Malu, o qual daqui desde já lhe agradeço o carinho. E como é para seguir viagem, envio-o para as seguintes pessoas:05 maio 2007
Levar a Paz a onde não há Guerra
Há dias atrás em conversa com uma pessoa amiga, esta pareceu-me um pouco aborrecida e algo transtornada.Perguntei-lhe o que tinha e começou a falar que tinha a ver com os seus pais, irmãos e irmãs. Gostava que todos se dessem bem e que não houvesse brigas desnecessárias. Que sofria ao ver certas atitudes e gestos com os quais não concordava e que isso lhe fazia mal, porque passava uma grande parte do dia a pensar nisso e que já começava a afectar os seus em casa.
Disse-lhe então que, no meu ver, a vida dos seus pais era uma e que a dela era outra, que achava que não devia “fazer filmes” sobre discussões familiares e que pensasse um pouco mais na sua família porque, em todas as famílias essas discussões existem e fazem parte do seu crescimento. Terminei com uma frase, diria que intemporal e quase filosófica ao dizer-lhe:
“- Queres levar a Paz a onde não há Guerra.”
E a conversa ficou por ai, mas fiquei a pensar no que lhe tinha dito.
Na verdade e enquanto depois estava a tomar um duche (vaia-se lá saber o porquê de nessa altura), veio-me há ideia essa frase e, qual ajuda divina, na minha mente as coisas começaram a tornarem-se mais claras e pensei:
“ Na altura que a tinha pronunciado, interpretei-a de uma maneira conclusiva, do tipo “não é preciso Paz porque não há Guerra”, mas agora penso mais claramente e já a sinto de outra maneira, do tipo “não há Guerra é certo mas a Paz tem que estar sempre presente.”
Sim, porque apesar de naquela família (e noutras) as discussões existirem com conta, peso e medida, é preciso que não se perca a Paz, o Amor e a Esperança de que Deus nos ouve e nos apoia, principalmente nas alturas em que fraquejamos, em que pensamos que Ele se esquece de nós porque, cada vez mais, na sociedade em que vivemos a “Guerra” começa a ser alimentada com a falta de Paz que tende a não existir entre as pessoas.
Desejo que em todas as famílias haja quem leve a Paz mesmo não havendo guerra.
29 abril 2007
Via Lucis

Sétima Estação
Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: «A paz seja convosco!» Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor. E Ele voltou a dizer-lhes: «A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.» Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, fiarão retidos.» (Jo 20, 19-23)
Meditação
Hoje em dia é tão difícil perdoar. O perdão é como quando se corta uma corda que une duas partes, em que ele representa o nó para as unir; aproximando as pontas. Mais uma vez, o sinal da presença de Jesus é a paz. E, é verdade que vivemos no dia a dia situações que nos levam a cortar as cordas de relação com outros, mas Jesus quer dar sempre o nó e o fruto dessa união n’Ele é a paz que inunda os nossos corações. Esta paz, pelo perdão, não se resume aos que nos estão próximos, mas sim para todos e por isso, à semelhança da Sua missão, também Jesus nos envia levar aos outros esta paz. Por último, dai-nos, Senhor, a entender melhor que no sacramento do Perdão, aquele que escolheste como instrumento e voz, está imerso no Espírito Santo e é por essa razão que ao perdoar os nossos pecados, eles são mesmo perdoados porque és Tu, verdadeiramente quem perdoa."
26 abril 2007
Oração
"Mãe do céu Morena"Mãe do Céu Morena (Pe. Zezinho)
Mãe do céu morena,
Senhora da América Latina,
de olhar e caridade tão divina,
de cor igual à cor de tantas raças.
Virgem tão serena,
Senhora destes povos tão sofridos,
patrona dos pequenos e oprimidos,
derrama sobre nós as tuas graças.
Derrama sobre os jovens tua luz.
Aos pobres vem mostrar o teu Jesus.
Ao mundo inteiro traz o teu amor de mãe.
Ensina a quem tem tudo a partilhar,
ensina a quem tem pouco a não cansar;
e faz o nosso povo caminhar em paz.
Derrama a esperança sobre nós.
Ensina o povo a não calar a voz.
Desperta o coração de quem não acordou.
Ensina que a justiça é condição
de construir um mundo mais irmão,
e faz o nosso povo conhecer Jesus.
E quem quiser esta oração em forma de mp3 cantada por Gal Costa (se não me engano) mandem email com alguma capacidade que enviarei com muito gosto.
Fiquem com Deus.
20 abril 2007
Fé

18 abril 2007
Dia de reunião dos Irmãos Romeiros da 3ª
E porque hoje é Dia de reunião, deu-me uma saudade daqueles dias em que, em comunhão com Ele, andamos sem nos cansarmos, em que rezámos a uma só voz, em que nos sentimos bem connosco mesmos, apeteceu-me por aqui uma das fotos de "grupo".16 abril 2007
Dentro de 4 paredes conTigo

Ajoelho-me e oro. Oro a Ti em busca de respostas, em busca de uma luz para os sinais que me Tens enviado e não consigo descodificar.
“- Puseste-Me uma Santa como minha Santa, depois de Te ter feito um pedido e, desde essa altura, sinto que tenho tido alguns sinais Dela pedidos, talvez por Ti, no entanto, apesar de os sentir como uma lufada de ar fresco, um bem-estar enorme e uma alegria imensa, sinto-me um pouco triste por não os conseguir perceber.
- Ainda esta semana, no meio do CD “ Só por você, Maria, do Grupo Musical Mãe do Perpétuo Socorro” que uma amiga me enviou, sinto que recebi mais um sinal e, por mais estranho que me possa pareça, para além de toda a faixa ser dedicada a Ela no fim da mesma (3ª faixa - Mãe do Céu Morena) a cantora termina com a primeira parte do Avé Maria…precisamente a mesma parte que eu, durante os 4 dias de romaria cantei, como tão bem Sabes. Volto a pedir-Te que me dês uma luz, algo que me acorde deste “sono” porque, apesar de serem aquilo que penso serem (sinais) preciso de “acordar” para eles e perceber a Tua mensagem.”
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amén.
09 abril 2007
Nossa Senhora de Guadalupe
"E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á;Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á." Lucas 11 - 9 e 10
05 abril 2007
Caminhada de Fé
Pelas 5 horas da madrugada do dia 15 de Março findo começou a nossa romaria, há muito tempo esperada, há algum tempo preparada por todos nós, irmãos romeiros. As expectativas ao princípio variavam de irmão para irmão, uns porque já tinham feito este tipo de caminhada espiritual, outros porque iria ser a sua primeira vez, mas todos com as suas intenções e principalmente com Fé, sem duvida alguma.
Entre outras coisas, sabíamos que iríamos numa romaria em que se rezaria muito e meditar-se-ia mais ainda.
Como seria de esperar, os primeiros minutos foram integralmente dedicados à eucaristia onde, de uma maneira especial, “bebemos” as palavras da Sagrada Escritura e “comemos” o corpo de Cristo humanado na hóstia sagrada.
Saímos do Santuário de Nossa Senhora da Conceição por volta das 6 horas rumo a 4 dias de caminhada, não só em direcção a Ele, como principalmente em direcção a nós, em direcção à nossa essência mais pura e, há simplicidade e ao essencial da vida, desta vida terrena, onde a vivemos como se mais nada houvesse, como se esta vida não fosse uma mera passagem para outra, mais gloriosa e mais gratificante.
Dia após dia, saíamos pela calada da noite onde as estrelas, quais anjos a velarem por nós, eram a companhia silenciosa nas nossas orações em uníssono matinais e, acabávamos, quase sempre, no lusco-fusco do fim do dia, com a sensação de “alma lavada”, onde as orações, cânticos e meditações diárias, faziam sentido nas nossas almas e davam-nos respostas às perguntas feitas e não feitas, no dialogo silencioso com Ele.
Dia após dia, com a ajuda Divina sem duvida alguma, era como se fosse sempre o primeiro dia, já que o cansaço físico desaparecia como que por milagre, ao contrário de outras caminhadas que cada um de nós já tinha feito, na sua grande maioria, de apenas algumas horas.
Aqui e ali parávamos por vezes, ora para alimentar o espírito, ora para alimentar o corpo. Nessas paragens fomos conhecendo melhor os restantes irmãos, construindo amizades abnegadamente, onde se viveu num espírito de equipa e entreajuda.
Igreja atrás de igreja, ermida após ermida, de saca às costas, xaile, lenço, terços e bordão na mão, lá íamos nós, qual sal da terra em direcção à próxima igreja, à próxima ermida.
Por todos os locais onde íamos passando, comendo e pernoitando, por todos eles sem excepção, fomos sempre bem recebidos, qual Mãe de braços abertos acolhendo no seu colo estes seus filhos pecadores e, sem palavras mas com olhar meigo e sorriso doce, perdoar as nossas ofensas.
Foram 4 dias em que caminhamos com Jesus, Maria e José, onde o terço e a oração eram uma constante que nos reconfortava, entre risos e choros sem constrangimento, entre descobertas e redescobertas, com um respirar de quase santidade em que vivemos esta caminhada em direcção a Ele terminou…por agora.
Agora, findada esta caminhada, chegou o 5º dia, o primeiro do resto das nossas vidas de romeiros, somos convidados por Cristo e nossa Mãe Santíssima, a dar o nosso testemunho, quais apóstolos, a viver o resto do ano em permanente romaria em comunhão com o Pai.
Desalento, duvidas, algum cansaço físico e espiritual, por vezes foi enublando as nossas almas, do Sol que queríamos que fosse permanente mas, como após a noite vem o dia, também todo esse desalento, duvidas, algum cansaço físico e espiritual, foi substituído por graças (arrepios da alma, como alguém disse), por orações que mais do que orar, começaram a fazer eco dentro de nós, a fazer sentido nos nossos corações, que no silêncio dos mesmos, iam enchendo as nossas almas. Orações que com a ajuda divina encurtaram o longo caminho do pouco que percorremos, do muito que ainda temos de percorrer em direcção ao nascimento espiritual.
Fomos à procura de algo, que por vezes não conseguimos explicar e ainda que seja difícil de passar a palavras escritas ou verbais, trouxemos connosco mais do que o pedido, mais do que meras experiências, trouxemos Cristo e sua Mãe Santíssima nos nossos Corações e, só quem vive uma experiência assim sabe e sente o que nós sabemos e sentimos.
Todos nós fomos peças de um puzzle menor que encaixaram perfeitamente onde, apesar da importância inequívoca de todos, o guia espiritual foi uma peça essencial, um pastor que soube unir e guiar o rebanho, qual farol que iluminou a nossa caminhada espiritual, onde a Fé no seu terminus, acabou por transbordar.
03 abril 2007
Quero um deserto...

Um deserto para viver, por um momento,
em feliz silêncio
Um deserto onde me encontrar
face a face com Deus
Um deserto no qual poder escutar a voz do Senhor
Um deserto no qual provar a minha fé
Um deserto no qual medir a minha fé
Um deserto onde comprovar a força dos meus ideais
QUERO UM DESERTO
onde começar a gostar e valorizar mais a Palavra de Deus
com o oásis da eucaristia esperando-me para me fortalecer
com as palmeiras da mão de Deus cobrindo-me diante dos perigos
Com a aridez do sol que evapore de mim o que me afasta de Jesus.
QUERO UM DESERTO
Par sentir fome de Deus
Para fortalecer o corpo e o espírito do meu coração
Para decidir entre Deus e o maligno
Para prostrar-me definitivamente ante o Criador.
QUERO UM DESERTO
Para sair vitorioso diante do mal
Para combater contra o inimigo de Deus
Para dar glória e culto a quem o merece: O Senhor
Onde encontrar esse deserto, meu Senhor?
Só tu serás capaz de me indicar a rota para encontrá-lo!
Só tu serás o único que pode me ensinar o caminho!
Tua Palavra Senhor, é um deserto onde poderei te escutar
A Oração, Senhor, é um deserto onde poderei te sentir
A austeridade, Senhor, é um deserto com a qual poderei me aproximar
A Caridade, Senhor, é um deserto onde poderei recordar
que tu vives no outro. Amém.
L. Leoz
Tr.: Pe. Antônio
26 março 2007
Pai Nosso em Aramaico
“Pai-Mãe, respiração da vida, Fonte do som, Ação sem palavras, Criador do Cosmos!.
Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós para que possamos torná-la útil. Ajude-nos a seguir nosso caminho respirando apenas o sentimento que emana do Senhor.
Nosso EU, no mesmo passo, possa estar com o Seu, para que caminhemos como Reis e Rainhas com todas as outras criaturas.
Que o Seu e o nosso desejo, sejam um só, em toda a Luz, assim como em todas as formas, em toda existência individual, assim como em todas as comunidades.
Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois, assim, sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda, E nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento.
Não nos deixe ser tomado pelo esquecimento de que o Senhor é o Poder e a Glória do mundo, a Canção que se renova de tempos em tempos e que a tudo embeleza.
Possa o Seu amor ser o solo onde crescem nossas ações.
Que assim seja “.
19 março 2007
Romeiros da Terceira - 4 dias com Jesus, Maria e José
E após 4 dias em que nos encontramos com Ele, onde o terço era uma constante reconfortante, entre risos e choros, entre descobertas e redescobertas, esta nossa caminhada em direcção a Ele acabou...por agora. Hoje, o 5º dia, começa uma nova etapa das nossas vidas, onde as responsabilidades são maiores, onde, quais apostolos, temos que transmitir a palavra de Jesus Cristo Nosso Senhor e, viver a Romaria pelos restantes dias no ano que agora começa.
01 março 2007
Pensamento
24 fevereiro 2007
Romeiros na Terceira
Conforme consta no artigo do Jornal A União, está de momento a preparar-se na ilha Terceira um rancho de romeiros que pretende encetar a primeira romaria no dia 15 de Março. ( e não 8 como consta no artigo após a reunião de hoje).21 fevereiro 2007
"Cartuxos"

Sempre me fascinou a meditação no silêncio, o orar a Deus, numa conversa a dois, onde nem sequer é preciso abrir a boca para Lhe falar nem Ele para me responder.
À dias um amigo meu mandou-me uma cópia do filme "O Grande Silêncio" de um realizador Francês que esperou cerca de 15 anos para fazê-lo.
Para quem está predisposto são quase 2 horas em silêncio, salvo os cânticos e os trabalhos. Simplesmente lindo, soberbo, quase diria sureal. Adorei.
Depois de algumas buscas na net encontrei, para além do site oficial, um diário (blog) onde é contada toda a historia desde a sua fundação até aos nossos dias.
Para que estiver interessado em saber mais sobre os Cartuxos aqui fica o seu endereço.
14 fevereiro 2007
A respeito de Ti

contemplo-te daqui por debaixo das nuvens escuras que brotam lágrimas cor de chuva.
Oro no silêncio de quatro paredes, um silêncio profundo onde a minha alma parte em busca por Ti.
A vida tem-me ensinado coisas boas e entre elas, o estar mais tempo com os meus e Contigo sempre que possível.
Neste silêncio divino sinto-me…em comunhão Contigo.
08 fevereiro 2007
A propósito do próximo dia 11

Pessoalmente sou contra por varias razões, apesar de muitas mulheres dizerem que é um acto machista da minha parte, no entanto, e apesar dos seus argumentos muito convincentes, sou a Favor da Vida.
Toda esta retórica inicial, como poderão lhe chamar, porque à décadas atrás falar nisso era quase uma heresia, sendo que hoje, é quase “um acto normal” falar-se sobre o assunto e fazer-se ainda que com algumas regras, a meu ver quantas baste para o acto, já que o que se está a debater neste referendo é o fazer-se por “dá cá aquela palha”.
Assim e pelo andar da carruagem aquilo que vou dizer também vai chocar algumas pessoas e ser considerada uma heresia mas, daqui a algumas décadas vamos estar a falar sobre até que idade as pessoas devem viver, o que é gravíssimo mas, infelizmente, é o caminho que parece que está a ser seguido por quem se deixa ir pelas modas e modernices.
Novamente digo que SOU A FAVOR DA VIDA, ainda que algumas crianças possam nascer “diferentes” das outras, no entanto, são nessas diferenças entre pessoas que é feita a humanidade e não na criação de pessoas perfeitas, super-pessoas, sem defeitos e só virtudes, senão vejamos:
- Se todas as pessoas gostassem do branco o que seria feito do preto?
É no contraste destas duas cores que reside a beleza numa tela, por exemplo.
A lei que está sobre o aborto é a suficiente mas, por questões meramente politicas, e apesar de se dizer que não se deve partidarizar o assunto, o que é um facto é que se está a partidarizá-lo e assim, estamos a fazer o papel de Deus, decidindo sobre quem deve nascer e quem não deve chegar a ver a luz do dia, apesar das inúmeras campanhas de planeamento familiar.
Daqui a alguns anos, por causa do planeamento familiar, questões financeiras e outras, aqueles adultos que agora querem decidir o destino dos eventuais filhos, serão aqueles que pelos seus filhos serão “julgados” sobre até que idade deve viver.
26 janeiro 2007
19 janeiro 2007
Em jeito de fim de semana

Hoje veio-me à memória tempos passados, onde jovem que era e sem rumo aparente, Tu estiveste sempre ao meu lado.
Tempos menos bons onde pessoas sem escrúpulos tentavam aproveitar-se da ingenuidade própria da idade mas Tu, ao meu ouvido ias como que dizendo “-não vás por ai.”, “ não faças isso.” ou “ não acredites no que te dizem.” Esses tempos ficaram gravados na minha memória, não como recalcamentos ou mágoas passadas, mas sim como uma altura em que estava mais desperto para Te ouvir, uma altura em que me levasTe ao colo varias vezes e por isso Te agradeço do fundo do Coração.
Hoje, décadas passadas e talvez com o peso da idade, e apesar de nunca Te ter esquecido, (re) começo a dar mais atenção aos Teus conselhos, mesmo que eles, sejam apenas um flash na minha memória.
Não sei o porquê desta minha conversa Contigo, neste momento e nesta altura, mas está-me a fazer “um bem danado” estas linhas aqui escritas e ao mesmo tempo lidas por Ti.
Não, não estou a pedir-Te nada neste momento nem nesta altura, como por vezes faço, estou mais a agradecer-Te tudo o que tens feito por mim e pelos meus, e neste preciso instante sinto uma Paz enorme dentro de mim e convicto de que dois anjos da minha vida terrena estão junto a Ti, afinal, por razões diferentes, ambos estarão sempre no meu coração.
16 janeiro 2007
Apenas umas palavras

Hoje estive um pouco na Tua casa.
Falei Contigo sobre o que me ia na alma, e de Ti recebi um silêncio bom, calmo e tranquilizante. Também me destes um puxão de orelhas, afinal merecia-o, não como castigo ou punição, mas sim como aviso do caminho por onde devo seguir e caminhar, ainda que possa ser mais sinuoso e por vezes difícil.
É bom ir à Tua casa e por lá estar, apenas isso.
Obrigado meu Amigo Jesus Cristo por tudo o que por mim e pelos meus tens feito e obrigado também pelo Anjo da Guarda que tenho.
08 janeiro 2007
Purgação

Quase todos os domingos costumo dizer que vou fazer este artigo. O dia passa calmamente mas no entanto vou adiando a sua publicação. Não digo que o faça por vergonha ou outra coisa qualquer mas vai sendo adiada. Hoje resolvi publicá-la.
Todos os domingos quando vou à missa sinto, para além de tudo o resto, benéfico por sinal, sinto como que uma purgação de alguns dos meus pecados, isto é, naquela hora vem-me à ideia alguns pensamentos um pouco pecaminosos mas, ao contrário de outros pensamentos, estes sinto-os como que a serem sugados para o Alto, como que um perdão concedido, já que depois desta “transferência”, sinto-me melhor, mais aliviado e mais purificado, espiritualmente falando.
Semana após semana, esses pensamentos vêm sempre ao de cima, e os sentimentos são sempre os mesmos, tristeza e algum desgosto por, domingo após domingo, e sem razão aparente diria, ser “tentado” com esses pensamentos que mexem um pouco comigo, lamentavelmente falando.
Por vezes pergunto-me o porquê disto, porque é que quando estou dentro da Casa do Senhor, no dia d `Ele, é que estes pensamentos me vêm ao de cima? Como resposta, apenas encontro a palavra Purgar.
05 janeiro 2007
Ano Novo com Amor

Já desde o ano passado que aqui não vinha. As festas, os arranjos, as compras de ultima hora, os preparativos para a consoada e passagem de ano…em suma, o tempo foi pouco para as coisas desta vida material.
É verdade que não descurei a parte espiritual, no meio de tanta coisa e até deu para benzer o meu Menino Jesus que ficou em lugar de destaque na minha sala.
Desejo a todos que este ano vos traga tudo de bom e se possível, mais Paz, Amor e Carinho para aqueles que precisam…que é como que diz, todos nós.
19 dezembro 2006
E porque é quase Natal

“Em Dezembro é Natal”
Quando chega Dezembro
E o frio, a chuva e o vento,
É do Natal que eu me lembro
E de um grande nascimento.
O nascimento é de Jesus
Em Belém num curral,
Para todos verem a luz
Para que fosse mesmo Natal.
Quando em casa faço o pinheiro,
O Presépio e as luzinhas,
Penso nos meninos que não têm dinheiro
Para comprar as prendinhas.
Vou pedir ao Pai e à Mãe
Para dar a esses meninos,
Brinquedos e roupa também
Para eles ficarem quentinhos.
Júlia Rodrigues Ferreira
3.º Ano
E.B.1 Moita Redonda – Fátima
15 dezembro 2006
Depois de uma ausência

É quando nos sentimos assim, cheios de Amor para dar sem queremos nada em troca, que temos a certeza que Ele está em comunhão connosco e vive em nós.
06 dezembro 2006
Dissabores
O tempo passa e nem nos damos conta disso. Tal como a vida que vai correndo, por vezes devagar e outras, aparentemente, depressa de mais.Dou-me conta que já faz alguns dias que nada escrevo aqui neste meu pequeno espaço, não faz mal mas, o vir aqui e ler os que por aqui passam, e que me ajudam nesta caminhada em direcção à perfeição possível.
Esta última semana tem sido muito atribulada em vários níveis, mas com fé e esperança, espero que as coisas se resolvam e rezo, ainda que pouco mas com convicção, para que tudo se resolva bem.
E pronto, é aquilo que hoje me apetece dizer e desabafar com Deus.
23 novembro 2006
Deus escreve direito por linhas tortas
Como indica o título deste artigo, por vezes sem nos apercebermos, Deus realmente escreve direito por linhas tortas.Isto porque ao ler os títulos que vou pondo aos meus artigos neste cantinho, e sem que os mesmos tenham sido postos de propósito, constato que, na soma dos mesmos “obtenho uma mensagem D´Ele”.
A simplicidade de Deus é como açúcar. Procuro a catequese mas, apesar de ser um trabalho árduo é gratificante. Depois de um domingo sinto que Cristo é um irmão amigo, e como ser humano que sou por vezes perguntO-lhe:
- Será que o mal existe?
Aqui fica o meu desabafo. E como sou contra o aborto…”por dá cá aquela palha, faço uma prece, uma oração, para que quem for votar, pense primeiro.
É claro que esta é a minha interpretação, a minha maneira de ler nas entrelinhas o que Ele me quer dizer.
20 novembro 2006
A simplicidade de Deus

Dez da noite, hora em que o nosso filho se deita…mais ou menos.
Aconchego a roupa, por que a noite está fria.
Dou-lhe as boas noites e desejo-lhe sonhos azuis, por ser uma cor calma e relaxante.
Dá-me um beijo e com a inocência de uma criança, acompanhado de um sorriso simples mas sincero diz-me:
- Boa noite Pai, dorme bem!
(por vezes com palavras assim tão simples mas de dentro, sentimos o carinho de Deus, na boca de uma criança)
08 novembro 2006
Deus é como açucar

Não é normal escrever dois artigos no mesmo dia mas, hoje abri uma excepção, para um PPS que recebi e aqui transcrevo parte:
" Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse:- A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs, eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor. Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não O vemos, mas se Ele sair de perto, nossa vida fica...sem sabor."
Na verdade, Deus escreve direito por linhas tortas. Há poucos dias não sabia como responder ao meu filho sobre uma duvida dele e hoje, apenas com esta passagem, penso que ele irá compreender.
Como costume, quem quiser é só pedir.






