Local onde de quando em vez, qual confessionário, deixarei algumas pegadas dos meus pensamentos Cristãos
27 junho 2008
20 junho 2008
Espirito Santo
E para o fim de semana que se aproxima, desejo a todos que o Espirito Santo vos ilumine, neste mundo cada vez menos iluminado infelizmente, mas com Fé e Esperança em Deus e Sua Mãe Maria Santíssima sei e sinto, que ainda existem pessoas, mesmo no meio da tempestade, que conseguem iluminar os caminhos de outros irmãos que, por esta ou aquela razão se sentem com pouca luz.13 junho 2008
Orações
Há alguns anos atrás, ria-me com algum ar depreciativo, admito, daquelas “jovens senhoras” (principalmente) da 3ª idade que andavam de porta em porta a entregar folhetos, novenas, orações e afins.Hoje dou-me conta, ainda que anonimamente, a fazer o mesmo e sinto-me bem.
Quando digo anonimamente, é porque algumas das vezes em que vou á igreja conversar um pouco com Ele, por vezes levo alguma oração que li “aqui ou ali” para a poder recitar convenientemente ou uma passagem mais ou menos espiritual que me tocou (previamente imprimida) e depois deixo-a no banco onde me sentei para ser aproveitado por outra pessoa.
Quem sabe se as pessoas que a seguir ali chegam, não estavam à procura dessas palavras ali deixadas?
12 junho 2008
Coroa pelas almas do Purgatório
E porque normalmente rezamos por nós, pelos nossos, e principalmente pelos vivos, aqui fica a "Coroa pelas Almas do Purgatório", tantas vezes esquecidos, e que (aos nossos olhos e pensamento) bastaria apenas uma oração para subirem para o pé do Altissimo. 09 junho 2008
Uma frase...

Como humanos que somos, imperfeitos, cheios de vícios e pecados, nem sempre é fácil ter tanta Fé e Esperança ao ponto de quando pedimos algo, agradecermos logo, como se tivéssemos a certeza absoluta de que esse pedido será aceite. Não que não sejamos ouvidos, mas porque entre o pedido e a dadiva, por vezes passa tanto tempo (humanamente falando) que pensamos que não somos ouvidos. Tal como crianças, por vezes queremos que a resposta seja quase imediata e, (in)felizmente nem sempre é assim.
Realmente ao agradecermos logo, estamos a confiar e a dar todo o nosso ser, mas também (penso eu) a depositar-Lhe toda a nossa Esperança.
Uma frase que me enviaram e que ainda estou a “meditar” sobre ela.
06 junho 2008
05 junho 2008
02 junho 2008
Mãe, o meu dia chegou ao fim...
30 maio 2008
15 maio 2008
"Eis-me aqui"

14 maio 2008
09 maio 2008
“Deus faz as coisas acontecer no momento certo da nossa vida.”

Estas religiosas regem-se pelo carisma que é levar, como Maria, o amor de Cristo através de uma vida contemplativa e activa, numa profunda humildade e simplicidade, predilecção pelos pobres, laboriosidade e um grande respeito pela Hierarquia eclesiástica, e pela missão que é educação, catequese, missões, promoção dos meios rurais e indígenas, disponibilidade para desempenhar qualquer tarefa que a Hierarquia eclesiástica lhe confie, sem perder de vista o carisma.
Descobri por mero acaso, no Anuário Católico, quando fazia uma busca por outras razões.
Para além do pensamento ser muito profundo é simultaneamente de uma simplicidade extrema, é uma grande verdade.
Realmente, Deus não faz as coisas acontecerem quando queremos (e tantas vezes que suplicamos para que aconteça) mas sim, no momento certo. E com este pensamento que daria para uma tese, vou para fim-de-semana, desejando a todos que fiquem com Deus Pai, Deus Filho e Sua Mãe Maria Santíssima.
29 abril 2008
Tratado da Verdadeira Devoção à Santissima Virgem
Depois desta curta introdução, este meu artigo tem a ver com isso mesmo, a minha Devoção a Nossa Senhora.
Já fazia algum tempo que procurava online o livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de São Luís-Maria Montfort, mas ia “adiando” esta busca até que no blog A Capela, (MEME 5 Livros) encontrei um empurrão para a minha busca. Depois disso agradeço ao Nelson pelo link que me enviou onde pude fazer o download desse Tratado e de outros livros cheios de tanta Fé.
Após a leitura com calma e com o coração aberto para as palavras deste divinal Tratado cheguei à conclusão, de que a minha Devoção não chega aos calcanhares da de São Luís-Maria Montfort. Ainda gatinho aos poucos em direcção a Maria, ao contrário de muitos mas, com Fé e Esperança espero dentro de algum tempo, com a Sua ajuda e apoio, começar a andar na Sua direcção.
Depois desta leitura, apenas desejo tornar-me digno de ser “escravo” de Maria, conforme é citado no Tratado. Para isso é preciso seguir alguns passos e, esses passos, para além da leitura prévia do já citado livro, estão compilados neste belo local que a amiga Malu criou, também ela devota de Nossa Senhora.
A todos os que por aqui passam, peço (se possível e sem obrigação), façam o download do Tratado e leia-no, com calma e ponderação e depois digam-me se não sentiram um calor imenso nos vossos Corações ao lerem tão…belo e simples livro de uma extrema devoção.
24 abril 2008
Ternura
Neste inicio de novo anoQue hoje começa
Minha Mãe Santíssima
Vim ao Teu encontro
Mais uma vez.
Nesta vida
Inconstante por vezes
És e serás sempre
Uma presença constante
Na minha vidas e dos meus.
O meu coração
Bombeia mais depressa
E o calor aperta-o
Ao aproximar-me de Ti
Santa Virgem Maria.
Novamente a Teus pés me ajoelho
Não em sinal de penitência
Apesar de pecador confesso
Mas em sinal de respeito e louvor
Santa Mãe de Deus.
Hoje agradeço-Te
Todas as bênçãos concedidas
E por conceder
A mim, aos meus
E a quem mais precisa.
Neste inicio de ternura
Que maior bênção receber
Senão a Tua Infinita Ternura
Para comigo e para com os meus
Minha sempre Mãe.
No Teu regaço deposito
Todo o meu ser
Tal como uma criança
Faria à sua mãe
Minha Mãe e Mãe de todos nós.
Olho-Te nos olhos
À procura de uma resposta
Nas Tuas mãos
À procura de um gesto
E nada obtenho.
No entanto
Sei e sinto
Que a resposta será dada
Não no Teu olhar imóvel
Nem nas Tuas mãos estáticas
Mas sim no meu coração
Que bombeia mais depressa
E o calor aperta-o
Quando ao pé de Ti estou
Minha Santíssima Mãe.
23 de Abril de 2008
Paulo
18 abril 2008
ORAÇÃO DE SÃO BERNARDO (LEMBRAI-VOS)

09 abril 2008
Mãe Santíssima
Ajoelhei-me a teus pésMinha Mãe Santíssima
Orei, supliquei e implorei-te
Uma intercepção a teu filho
Nosso Senhor Jesus Cristo
Tu com esse sorriso meigo
Estendeste-me a mão
Quem sabe a dizer
“Eu ajudo-te!
Segura-te na minha mão.”
Ele abriu-me os braços
Como que a dizer-me
“Vem, meu filho!
Vem a meus braços que te conforto.”
Eu apenas derramei
Algumas gotas de orvalho
Com vontade de ali ficar
Orando infinitamente a Ti.
Esqueci-me de Te agradecer
Todas as graças concedidas
...até este momento,
Minha Mãe Santíssima.
07 abril 2008
Um Domingo Abençoado
…aqui e agora Lhe agradeço a intercepção que fez junto a Deus nosso Pai pela graça que nos concedeu. Afinal, já há quase 9 anos que a minha cunhada e família não entravam na nossa casa.
As razões pouco importam, essas já se esfumaram no tempo e o que interessa é o dia de “amanhã” e a Fé que Nela tenho depositado nas minhas orações e nas conversas que com Ela vou tendo diariamente.
31 março 2008
24 março 2008
Domingo de Páscoa

Ontem tivemos na nossa casa um almoço de família, não sendo muito numerosa, foram precisas duas mesas para sentar todos. Depois de uma tarde calma, para o fim do dia começamos a ter algumas visitas “inesperadas”. Ao princípio foram aquela conversas retóricas, de circunstâncias, de aquecimento como me lembrei na hora. Depois? Bem, depois vieram as conversas de fundo, de desabafos sobre a vida, duvidas sobre como actuar nesta ou naquela circunstância e inter ajuda entre as famílias presentes.
Num dia como o de ontem (Ressurreição de Jesus Cristo) dá que pensar sobre se essas visitas “inesperadas” e das conversas de fundo não seriam algo mais do que isso…
18 março 2008
14 março 2008
CARTA DE GUIGO I A UM AMIGO SOBRE A VIDA SOLITÁRIA

2. Um imagina feliz o outro. A meu ver, aquele que o é verdadeiramente não é o ambicioso que luta para conseguir honras altivas num palácio, mas aquele que escolhe levar uma vida simples e pobre no deserto, que gosta de aplicar-se à sabedoria no repouso1, e deseja com ardor permanecer sentado e solitário no silêncio (Cf. Lm 3,28).
3. Porque, brilhar nas honras, estar elevado em dignidade, é, a meu ver, cosia pouco tranqüila, exposta a perigos, sujeita a cuidados, suspeita para muitos, e para ninguém segura. Alegre no princípio, equívoca com a prática, é triste no seu termo. Aplaude os indignos, indigna-se contra os bons, e a maioria das vezes, zomba de uns e de outros. Fazendo muitos infelizes, não faz ninguém feliz, nem satisfeito.
4. Em compensação, a vida pobre e solitária, pesada no começo, fácil no seu curso, torna-se no fim celeste. Está firme nas provas, confiante nas incertezas, modesta no êxito. É frugal na alimentação, simples no vestir, reservada nas palavras, casta nos costumes, e objeto dos maiores desejos porque não deseja absolutamente nada. Sente muitas vezes o aguilhão do arrependimento pelos seus pecados passados, evita-os no presente e previne-se contra eles no futuro. Espera na misericórdia, mas não contam com os seus méritos. Aspirando vivamente aos bens celestiais, rejeita os da terra. Esforça-se por adquirir uma conduta provada, mantém-se nela com perseverança, e guarda-a para sempre. Entrega-se aos jejuns pelo hábito da Cruz, mas aceita alimentos por exigência do corpo. Dispõe uma e outra coisa com a mais perfeita medida; com efeito, domina a gula sempre que decide comer, e o orgulho, sempre que quer jejuar. Dedica-se ao estudo, mas sobretudo das Escrituras e de obras religiosas nas quais o miolo do sentido a mantém mais ocupada que a escuma das palavras. E, o que é mais surpreendente e mais admirável, permanece sem cessar no repouso, e, ao mesmo tempo, nunca está ociosa2. Multiplica as suas ocupações, de modo a faltar-lhe a maioria das vezes o tempo mais que atividades diversas. E lamenta-se mais freqüentemente da falta de tempo que do aborrecimento do trabalho.
5. E que mais dizer? É um belo tema aconselhar o repouso3, mas semelhante exortação exige um espírito senhor de si que, cuidadoso com o seu próprio bem, desdenhe intrometer-se nos assuntos públicos ou alheios; um espírito que sirva sob Cristo na paz de forma a evitar ser simultaneamente soldado de Deus e defensor do mundo, e que saiba perfeitamente que não pode gozar aqui com este século e reinar no outro com o Senhor.
6. Mas estas coisas e outras semelhantes são muito pouco se te lembras do que bebeu sobre o patíbulo Aquele que te convida a reinar com Ele. De bom ou mal grado, importa-te seguir o exemplo de Cristo na sua pobreza, se queres ter parte em Cristo nas suas riquezas. “Se participamos nos seus sofrimentos, diz o Apóstolo, reinaremos também com Ele” (Rm 8,17), “Se morremos com Cristo, viveremos também com Ele” (2Tim 2, 11-12). O próprio Mediador respondeu aos dois discípulos que Lhe pediam para se sentarem um à sua direita e o outro à sua esquerda: “Podeis beber o cálice que Eu vou beber?” (Mt. 20, 21-22)4. Mostrava-nos deste modo que se chega aos festins prometidos dos Patriarcas e ao néctar das taças celestes pelos cálices das amarguras terrestres.
7. E porque a amizade já alimenta a confiança e que tu, meu apreciado amigo em Cristo, sempre me foste caro desde o dia em que te conheci, exorto-te, animo-te e peço-te, visto que és prudente, ponderado, sábio e muito hábil, que subtraias ao mundo esse pouco da tua vida que ainda não foi consumido; não tardes em queimá-lo para Deus, como um sacrifício vespertino (Ps 140,2), depondo-o sobre o fogo da caridade (Cf. Lv 1,17), a fim de que, a exemplo de Cristo, sejas tu próprio sacerdote e também “Vitima (em sacrifício de) agradável odor para Deus” (Ef 5,2)5 e para os homens.
8. Mas, a fim de compreenderes mais plenamente para onde tende o ardor de todo este discurso, indico brevemente à prudência do teu juízo qual é o voto do meu coração e ao mesmo tempo o seu conselho: como homem de coração generoso e nobre, abraça o nosso gênero de vida, tendo em vista a tua salvação eterna, e, feito novo recruta de Cristo, vigiarás, fazendo uma guarda santa no campo da milícia celeste, depois de teres posto à cinta a tua espada (2Tm 2,11-12), por causa dos temores da noite (Ct 3,8).
9. Portanto, como se trata para ti duma coisa boa no seu empreendimento, fácil na sua realização e feliz no seu acabamento, peço-te que ponhas na consecução de um tão justo “negócio” tanta aplicação quanta a graça divina para tal te conceder. Onde e quando deves fazê-lo, deixo a escolha decisiva disso à tua sagacidade. Mas não creio de forma nenhuma que um prazo ou demora nisso seja algo vantajoso para ti.
10. Mas não me alongarei mais sobre tal assunto, receoso de que este discurso rude e deselegante te moleste como freqüentador do Palácio e da Corte. Tenha, pois, esta carta um fim e uma medida, coisa que não terá nunca o meu grande afeto por ti.
Notas:
1- Como nos diz o estudioso do Monacato Primitivo dos Padres do Deserto, Dom García Colombás, osb (BAC nº. 588, p. 653 y 693), o ideal dos monges orientais que eles designavam com a palavra hesychía, apátheia, os monges ocidentais o traduziam com o vocábulo repouso, quies, puritas cordis, pax, etc. Quando aqui nos fala Guigo do otium do contemplativo, se está referindo a esse ideal, ao qual já fazia referência São Bruno nas suas cartas (Cf., p.e.: Ad Radulphum., 4 e 7; Ad Fratres, 2), no qual já se tinha exercitado aos pés de Jesus Maria de Betânia, como o mesmo Guigo nos fala nos seus Consuetudines Cartusiæ, XX, 2. [regresso]
2- Guigo emprega nesta carta os mesmos termos utilizados por São Bruno ao dirigir-se a seu amigo Raul: Aqui se pratica um repouso bem ocupado, se repousa numa sossegada atividade (Ad Radulphum., 6). [regresso]
3- Ao aconselhar aqui Guigo a seu amigo o repouso, o otium contemplativo, devemos entender que o faz nas duas facetas que isso comporta. A este respeito, Dom G. Colombás fez notar que o ideal dos monges do Deserto levava consigo, por um lado, como estado de vida, a hésychia material, ou permanência repousada na solidão do ermo, e por outro lado, a hésychia interior, ou repouso silencioso, como estado da alma a que se ordena a primeira (Idem. Pág. 692). Tudo isso exige do solitário a seria ascese de negar-se a se mesmo e carregar a cruz de cada dia, como bom soldado de Cristo. [regresso]
4- Perante estas citações da Palavra de Deus, o quinto sucessor de Bruno centraliza a genuína milícia do monge, no deserto, em sua inserção no mistério pascal de Cristo. [regresso]
5- O apreço de Guigo pela dimensão sacerdotal da vida do monge, como membro de Cristo pelo Batismo (Cf. 1Pd 2, 9), fica aqui uma vez mais patente com esta citação do Apóstolo (Cf. Ef 5,2). [regresso]"
13 março 2008
Divórcio na hora: Casados ao abrigo da Lei portuguesa podem divorciar-se pela Internet a partir de hoje

13 de Março de 2008, 11:35
Lisboa, 13 Mar (Lusa) - Todas as pessoas casadas ao abrigo da lei portuguesa podem a partir de hoje divorciar-se em poucos minutos através de um portal na Internet.
O portal Divórcio na Hora.Com foi lançado pelo mandatário judicial (advogado) português Januário Lourenço em conjunto com uma empresa de tecnologias ligadas à justiça sedeada na Inglaterra.
Segundo Januário Lourenço, este serviço agora disponibilizado de forma gratuita para divórcios simples (sem bens ou filhos comuns) é célere, reduzindo o tempo médio do processo, que envolve requerentes, procuradores e conservatória.
Divorciar-se através da Internet demora entre 04 e 20 minutos, desde que estejam disponíveis todos os elementos relativos aos cônjuges e procuradores.
Por outro lado, adiantou, torna-se simples porque só é preciso indicar o nome, morada, datas e conservatórias de nascimento de ambas as partes, introduzir a data e conservatória de casamento e colocar a assinatura electrónica para, automaticamente, o divórcio ser emitido.
Com este sistema, explicou, um divórcio simples custa apenas o valor dos emolumentos, não havendo outras despesas adicionais.
"O sistema permite a resolução rápida de divórcios simples entre pessoas que já não vivem na mesma casa nem têm nada em comum mas que deixam perdurar a situação", afirmou Januário Lourenço à Lusa.
O "divórcio na hora" permite a duas pessoas casadas requerer o seu divórcio por acordo mútuo, por via electrónica, e fazendo uso do cartão do cidadão.
O valor legal é igual ao do requerimento de divórcio tradicional.
Nesta fase de lançamento, o serviço está apenas disponível para os titulares do Cartão do Cidadão.
Na fase inicial, este serviço é grátis, mas o portal pretende evoluir para a realização de outro tipo de divórcios mais complexos, pagos, para os cidadãos e mandatários judiciais, disponibilizando minutas variadas, nomeadamente, as que concernem à regulação de casa de morada de família, poder paternal, pensão de alimentos, casamento com e sem partilha de bens e com convenção pré-nupcial.
Mas só em Abril, depois de auscultação pública, é que está prevista a entrada em funcionamento do serviço para outro tipo de divórcios.
O portal é uma inovação que tem como base a Lei do Cartão do Cidadão (CC).
Nos termos dessa lei, é aplicável a assinatura electrónica qualificada do CC aos cidadãos portugueses que residem em Portugal ou nas Comunidades Portuguesas, dentro e fora da União Europeia, e ainda aos cidadãos brasileiros que residem em Portugal ao abrigo do Tratado de Porto Seguro.
Segundo Januário Lourenço, este sistema é 100 por cento seguro, uma vez que a partir do momento em que a parte que emite o requerimento introduz os dados que poria num requerimento em papel, está 100 por cento garantida por um certificado digital.
GC.
Lusa/Fim
Poderia dizer alguma coisa sobre este assunto mas, já o publicar aqui, está tudo dito sobre o que penso em relação a "modernices" como esta. Apenas deixo um pensamento no ar:
"O namorar, a meu ver, é conhecer o outro, conhecerem-se os dois. Nos últimos anos, apercebo-me que já muitos poucos namoram nestes pressupostos, apenas existe o conhecimento muito superficial e depois cama. Se forem bons na cama, estão aptos para casar."
12 março 2008
Cartuxos de Évora
Recebi dos Cartuxos de Évora uma pagela do Cristo que se "vê ao fundo" com uma oração por trás muito bela, a qual abaixo transcrevo:10 março 2008
07 março 2008
Sem titulo
05 março 2008
Amizade
O amigo Ecclesiae Dei mandou-me o selo que acima publico. Na verdade vou escrevendo por aqui aquilo que, com a ajuda do Espirito Santo, me vai passando pela alma, nunca pensando que seria "Uma Mente Iluminada" mas, como quando escrevo tenho a luz quase sempre ligada, deve ser essa a intenção. Deixando de bricandeiras sobre o selo em questão ou a pessoa que se lembrou de mim, o que é certo é que aqui, nesta blogosfera, também somos veiculos de Deus numa evagelização permanente e como tal, também somos um pouquinho de apostolos. Assim sendo e mantendo a cadeia do selo e, sem esquecer os outros que visito, ofereço este selo a:03 março 2008
5 dias
E após os 5 dias em que andei pelos caminhos desta ilha na companhia, não só dos restantes irmãos, como também de Jesus, Maria e José, cheguei há resposta da pergunta que desde o 1º dia me "batia" na alma.25 fevereiro 2008
O regresso ao Mundo
18 fevereiro 2008
Romaria

14 fevereiro 2008
Quando...?

Ò meu Deus e Senhor, tanto que Te escrevo sobre estes caminhos sinuosos da Vida, tortos muitas das vezes e Tu, nessa rectidão infinita de bondade, aparentemente, não me ouves e nem me lês.
Eu sei e sinto que, no fundo Me lês e Me Ouves atentamente mas…quando, meu bom Deus?
08 fevereiro 2008
Lufada de ar fresco

07 fevereiro 2008
...reza por mim!

- Vais na romaria deste ano, não vais? – Perguntou.
- Vou! – Respondi.
- Então reza por mim! – Acabou por pedir após uns breves segundos de silêncio.
Fiquei a pensar no que ele me pediu, e pensando que a pessoa em questão não é aquilo a que denominados de católico praticante (se é que esse termo existe e é aplicável), mais ainda, sabendo também que essa pessoa até goza com o irmão, que também saiu no ano passado e vai sair este ano na romaria.
Claro que rezarei por ele…independentemente do porquê do seu pedido porque, não compete a mim, julgar quem quer que seja.
06 fevereiro 2008
29 janeiro 2008
Janela da Eternidade
Que frente a mim Te encontras
Das palavras meditadas
Entre a inspiração e expiração
Da vida que me foi dada
Sem Pedires nada em troca.
Para lá destes vidros quadriculados
Encontra-se outra vida
A vida eterna na infinidade dos tempos
Onde todas as duvidas e anseios
Sem serem pronunciadas
Terão as respostas à muito esperadas
No coração de quem acredita
Que esta vida é mais do que isso.
Sento-me nestas pedras frias
Mas com uma longa história para contarem
A quem souber ouvi-las
Nos riscos e rabiscos entranhados
Das pessoas que aqui também se sentaram
E contemplaram a beleza e a riqueza
Da Tua companhia permanente
E que em Ti acredita.
Fecho os olhos
E abro a minha alma para Ti
Esperando que neste silêncio a dois
Me ilumines o caminho
E a quem comigo viaja nesta passagem
Sem esquecer aqueles que
Tal como eu
Procuram em Ti a essência da Vida.
25 janeiro 2008
Orar
Hoje, como muitas vezes na semana, fui um pouco ao encontro d´Ele aqui na igreja mais próxima do meu trabalho. Cada vez que lá vou, sinto-me bem. Na verdade é um espaço muito grande mas, com a música sacra numa tonalidade audivel mas, quase imperceptivel para quem apenas entra, vê e sai, gosto de me ajoelhar um pouco e conversar com Ele.15 janeiro 2008
Seguir-Te
11 janeiro 2008
II Romaria da Ilha Terceira
De 20 a 24 do próximo mês irá decorrer mais uma romaria pelos caminhos desta ilha para penitência pelos pecados próprios e alheios, louvando e agradecendo ao Senhor pelas Graças recebidas. Suplicando a paz e as bênçãos de Deus para a humanidade, para a Igreja, para a Diocese e para as famílias. Aguardo pacientemente esses dias em que iremos "estar fora do Mundo" em comunhão com Cristo e sua Mãe Maria Santissima.10 janeiro 2008
Oração de Thomas Merton

09 janeiro 2008
07 janeiro 2008
Ano novo
21 dezembro 2007
Um Santo Natal
18 dezembro 2007
Nossa Senhora das 3 mãos

13 dezembro 2007
12 de Dezembro
Ontem, 12 de Dezembro foi o dia de Nossa Senhora de Guadalupe, comemorado por todo o mundo, mais destacadamente no México onde é a Padroeira. Andava há dias a pensar neste dia e de Lhe rezar um pouco mas, chegou o dia e passou-me por completo, no entanto, já em casa, e por motivos que não vêem ao caso, pedi-Lhe...melhor dizendo, supliquei-Lhe que me ajudasse naquela hora, naquele momento e sobre aquele motivo. Na hora não me apercebi o porquê do acto que tinha feito mas, logo de seguida Ela atendeu à minha suplica e, apesar de algumas núvens que ainda ficaram no céu, dentro das quatro paredes, o Sol voltou a rair.Eu Te agradeço minha Nossa Senhora por mais uma vez me Teres ouvido e atendido ao pedido de um filho Teu. Amén
Só hoje é que dei conta do dia importante que foi o de ontem para Todos que crêem em Ti!
03 dezembro 2007
Não me quer dar alguma coisa para comer?
Como quase todos os dias, hoje estive mais um pouco ao pé d´Ele. Não só para fazer-Lhe companhia mas, também, para Lhe agradecer.Agradecer as dádivas que tem derramado por sobre mim e por sobre os meus, ainda que muitas vezes, não O saiba agradecer e mesmo assim, “cramar” da vida que levo, com tantos irmãos em piores condições do que a minha.
Para além dos agradecimentos, Pedi-Lhe mais por mim e pelos meus que, pelos outros, mas também pedi por eles. Pedi-Lhe apoio, mesmo sabendo que se calhar não mereço. Pedi-Lhe amparo porque algumas vezes sinto-me desamparado, ainda que saiba que Ele me ampara naqueles momentos mais difíceis. Depois fiz o sinal da cruz e levantei-me.
Quando me levantei e voltei-me em direcção á porta, tinha um rapaz quase ao pé de mim, vestido normalmente, nem muito apresentado, nem mal vestido, normal, como eu e muitas outras pessoas, e fez-me a seguinte pergunta:
- Não me quer dar alguma coisa para comer? – Disse-o mas num tom de voz muito baixo, quase inaudível mas perceptível.
Naquele instante, pensei que ele queria dinheiro para tudo menos para comer, como pedia. Pensei que ele estava ali a pedir, aproveitando-se da “fraqueza” das pessoas que ali estavam a orar e “sensíveis” a este género de pedidos.
- Não tenho nada. – Respondi-lhe e continuei em direcção á saída.
Quando me benzi à saída, veio-me à “ideia” que se calhar não devia ter agido assim, que se calhar não devia fazer juízos de valor e que o rapaz, realmente queria dinheiro para comer e não para outras coisas, como inicialmente pensei. Mas o que realmente “mexeu” um pouco comigo foi pensar que, Pedi-Lhe apoio, Pedi-Lhe amparo e eu, neste gesto humano e irreflectido, voltei-Lhe as costas. Voltei-Lhe a um simples pedido que Ele me fazia e que apesar da vida não estar muito fácil, não era valor que não pudesse dar. Tanto que Ele me tem dado e eu, nem uma moeda tinha para Lhe saciar a fome.
Voltei para trás e esperei que o rapaz olhasse para não interromper as orações das restantes pessoas que ali se encontravam. Quando me viu fiz-lhe sinal e veio ao meu encontro. Pus a mão no bolso e tirei uma moeda que tinha e entreguei-lhe dizendo:
- Usa-o bem. Ao que ele me respondeu com um Obrigado.
Saí, mas saí de consciência tranquila porque, na verdade, quem sabe não terá sido Ele que estava ali à minha frente a pedir para comer?


















