E eis que chegámos a mais um ano de vida, de fé e de esperança.
Neste ano que agora começa, falasse muito na crise (que aparentemente existe), das guerras entre homens de fé, dos aumentos das reformas, das obras megalómanas (entre outras coisas) e no entanto, quem detêm o poder sobre esses assuntos esquecesse dos que estão “mais abaixo”.
Neste ano que agora começa, e para além daqueles que pouco têm, lembremo-nos daqueles que nada têm, lembremo-nos dos sem-abrigo, que para além de não terem comida, bebida ou roupa, nem um tecto têm onde se abrigarem, principalmente nesta altura do ano, onde a chuva não para, onde o vento teima em assobiar e onde as temperaturas nos aconselham a usar roupas quentes.
Peçamos a Deus mas sem nos esquecermos de Homens que somos, para que Ele os ampare e que Nós não passemos ao lado. Suplicamos a Deus que Lhes dê “O pão-nosso de cada dia” mas que Nós não nos esqueçamos de ajuda-los também.
Neste ano que agora começa, falasse muito na crise (que aparentemente existe), das guerras entre homens de fé, dos aumentos das reformas, das obras megalómanas (entre outras coisas) e no entanto, quem detêm o poder sobre esses assuntos esquecesse dos que estão “mais abaixo”.
Neste ano que agora começa, e para além daqueles que pouco têm, lembremo-nos daqueles que nada têm, lembremo-nos dos sem-abrigo, que para além de não terem comida, bebida ou roupa, nem um tecto têm onde se abrigarem, principalmente nesta altura do ano, onde a chuva não para, onde o vento teima em assobiar e onde as temperaturas nos aconselham a usar roupas quentes.
Peçamos a Deus mas sem nos esquecermos de Homens que somos, para que Ele os ampare e que Nós não passemos ao lado. Suplicamos a Deus que Lhes dê “O pão-nosso de cada dia” mas que Nós não nos esqueçamos de ajuda-los também.

































